sexta-feira, 23 de maio de 2014

Resultado da análise da água do Rio Tietê em Itaquaquecetuba


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O Rio Tietê, abastece e corta a cidade de Itaquaquecetuba e possui a mesma nomeação étnica tupi que significa tié ou tei-tei (canário de cor amarela). Possui quase 1.100 quilômetros de extensão, nasce limpo em Salesópolis na Serra do Mar (SP), e é uma atração turística da cidade, desaguando no Rio Paraná, divisa com o estado de Mato Grosso do Sul.
Ao contrário de outros cursos d’água, o rio se volta para o interior e não corre para o mar, característica que o tornou um importante instrumento na “colonização” do país.
A importância do Rio Tietê deve-se à diversas represas que abastecem regiões, geram energia, incentivam a navegação pluvial e proporcionam a recreação.  A partir de Mogi das Cruzes, passa a receber toneladas de diversos resíduos industriais e domésticos, assoreado e com margens desmatadas e impermeabilizadas, atingindo seu pior grau de poluição ao longo da cidade de São Paulo. Saindo da capital graças a ação de bactérias e acidentes geográficos o rio volta a se reabilitar e a partir da cidade de Barra Bonita está novamente limpo e se encontra com o Rio Paraná.
A equipe do projeto itinerante “A Mata Atlântica é Aqui!”, realizou uma coleta de água para análise a qual indicou que a qualidade da água encontra-se RUIM!
O Tietê necessita da sociedade mobilizada para poder se recuperar!
A população precisa resgatar seu papel de corresponsáveis pela sua conservação!

Faça sua parte!

Leia mais em http://www.sosma.org.br/blog/17306/

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Projeto Mapeia Áreas de Risco Socioambiental do Brasil

Justiça Socioambiental



O Mapa da Justiça Socioambiental é um projeto desenvolvido pela Fiocruz e pela Fundação FASE (Solidariedade e Educação).
O objetivo da ação é mapear as áreas do país ameaçadas pelo desenvolvimento e apoiar ativamente a luta das populações atingidas por iniciativas insustentáveis e prejudiciais ao meio ambiente e à saúde e qualidade de vida das pessoas que habitam as regiões mapeadas.
Uma das principais metodologias para controlar os conflitos socioambientais das zonas de risco e, promover melhores condições de vida à população, consiste em pesquisar e fichar os casos que serão trabalhados por outras instituições que protegem a ecologia urbana e rural.
Esse levantamento das áreas é feito minuciosamente contendo informações importantes, como: tipo de população atingida e o local do conflito (índios, operários, agricultores, pescadores, zonas rurais e urbanas, etc.); o risco à saúde (contaminações, desnutrição, violência física, etc.), prejuízos ambientais (desmatamento, queimada, contaminação de solo e água, entre outros) e os conflitos já existentes e possíveis.
Após a conclusão dessas pesquisas, os dados são arquivados em um sistema desenvolvido pela DATASUS e ficam disponíveis para consultas.

Leia mais: http://www.ecologiaurbana.com.br/ecologia-urbana/projeto-mapeia-areas-risco-socioambiental-brasil/

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Nova descoberta permite a criação de eletrônicos à base de Grafeno

Grafeno

O processo só é possível porque os cientistas descobriram uma maneira de fazer com que os elétrons atuem como fótons. Assim, é necessário aquecer o material composto por nanopartículas de grafeno a 1000ºC. O silício presente no meio é totalmente derretido, sobrando apenas nanofitas de grafeno com bordas perfeitamente lisas.
O mais importante de todo o processo é a formação das bordas lisas. Elas são responsáveis pela melhor locomoção dos elétrons ao logo do grafeno. Dessa forma, os elétrons passam a se comportar como luz, sem dispersão e praticamente sem resistência graças ao formato da fibra.
A nova forma de eletrônicos a base de grafeno é possível porque as nanopartículas atuam como semicondutores. A diferença entre a nova descoberta e o grafeno comum é que os transistores comuns feitos com o material não podem ser desligados. Agora, pode haver uma forma de desligar os aparelhos.
Contudo, cientistas ainda necessitam aperfeiçoar as nanopartículas, para que essas possam ser utilizadas na confecção de eletrônicos. Isso é uma aplicação da tecnologia do futuro, mas que pode estar mais próximo do que imaginamos.

O Grafeno

O grafeno é composto por átomos de carbonos reunidos, formando uma camada finíssima de grafite. Quando isolado, o grafeno ganha propriedades incríveis e pode substituir materiais raros e escassos.
O material foi descoberto em forma teórica pelo físico pelo Philip Russel Wallace em 1947, mas só em 1962 que ele se tornou realidade. Em 2004, o grafeno foi testado pela primeira vez como transistor e, desde então, é considerado o material do futuro por muitos cientistas.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Alunos da Fatec Tatuí desenvolvem equipamento que transforma materiais descartados em peças de valor

Alunos do curso de automação industrial da faculdade de tecnologia (fatec) de tatuí, cidade localizada a cerca de 130 km da capital paulista, uniram dois aparelhos com funcionalidades distintas para um único objetivo: transformar materiais descartados em peças de valor para o setor industrial.

Alunos criaram aparelho que transforma material reciclável em peças

O extrusor desenvolvido pelos estudantes transforma garrafas pet em fios de plástico que são aproveitados por uma impressora 3d. De acordo com o aluno lauro fernando de melo, em entrevista concedida ao portal g1, o quilo do fio de plástico rígido comercializado atualmente chega a custar em média r$ 150,00. Com o equipamento desenvolvido na fatec, o investimento caiu cerca de 90%, chegando a apenas r$ 15,00 pela mesma quantidade.

Leia mais em: http://www.automacaoindustrial.info/alunos-da-fatec-tatui-desenvolvem-equipamento-que-transforma-materiais-descartados-em-pecas-de-valor/

segunda-feira, 19 de maio de 2014

10 Mandamentos da Responsabilidade Social


1º- Antes de implantar qualquer projeto social, faça um estudo junto a entidades do Terceiro Setor sobre o que elas precisam.
2º- As necessidades das entidades sociais nem sempre vão ao encontro do que uma empresa faz ou deseja fazer. O ideal é que ambas trabalhem em conjunto para obter um melhor resultado.
3º- Assuma compromisso com o sucesso ou o fracasso dessas entidades.
4º- Muitas empresas trocam de projetos sociais a cada dois anos, esquecendo-se de seu compromisso. Adote um projeto compatível com as possibilidades de sua corporação.
5º- Não conte vantagens ou fique se vangloriando, por ter compromissos sociais com entidades que precisam de ajuda. Concentre suas atitudes em coisas realmente tragam contribuição social.
6º- Empenhe-se para que os projetos sejam seguros, duradouros e que realmente se preocupem com o social.
7º – Lembre-se de que o consumidor sabe que todo investimento em obras sociais é revertido para a própria empresa, no preço final dos seus produtos.
8º- As grandes companhias, com suas marcas famosas, não costumam se envolver em problemas sociais complexos para evitar grandes problemas. Pense no que deve vir em primeiro lugar: a marca ou a ética.
9º- Os critérios que as empresas usam para apoiar um projeto social devem ser deixados de lado. Não se esqueça de que essa área é regida por conceitos humanitários, não empresariais.
10º- É necessário lembrar-se de que a responsabilidade social é um ato de amor ao próximo, por isso, vem primeiro do indivíduo, ONGs, congregações etc., e não do governo.
Leia mais em http://www.ecologiaurbana.com.br/responsabilidade-socioambiental/10-mandamentos-responsabilidade-social/

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Gestão de Pessoas na Produção: O grande desafio da Indústria para aumentar a Produtividade

Gerenciamento de Pessoas e o desafio para aumentar a Produtividade
Uma questão delicada é se a empresa deve ou não ranquear os operadores, ter uma lista dos melhores e piores, e vou me basear no artigo “Should I Rank My Employees?” publicado no “The Wall Street Journal” (artigo original). A gestão de pessoas é a gerência mais complicada quando estamos falando de serviços, sejam eles em uma indústria de manufatura ou em uma empresa genuinamente de serviços.
Como fazer a gestão e ser o mais justo possível?
É isso que vamos analisar. A pessoa mais influente e bem sucedida no mundo no que se refere a gestão de pessoas é Jack Welch, ex-CEO da General Eletric e hoje consultor em gestão de empresas. No artigo mencionado são apresentadas as considerações de Jack Welch a respeito de “ranqueamento” (ou classificação se você preferir) de funcionários e a proposta é: “Classifique seus funcionários pelo menos uma vez por ano e divida em 3 categorias: O 20% melhores (the Top), os 70% intermediários (the Middle) e os últimos 10 % (the Bottom).”
E o que fazer com cada grupo?
“Os 20% melhores devem ser elogiados, acarinhados e receber uma generosa recompensa financeira.” Welch argumenta: “recompensas financeiras para um grupo muito grande é um erro”.
“Os intermediários (70% dos funcionários) devem ser orientados, receber treinamento e definição de metas, com o objetivo de dar-lhes uma oportunidade para melhorar. Mantê-los motivados é a parte mais difícil da tarefa do gerente, ele diz. “Você não quer perder a grande maioria dos seus funcionários – você quer melhorá-los”.
Para os últimos 10% “não tem o que ser feito”, diz Welch. “Eles tem que ser demitidos.”
Alguns críticos, como os professores de Stanford Jeffrey Pfeffer e Robert Sutton, dizem que essa metodologia pode criar uma disputa entre os funcionários para ver quem será beneficiado e quem não será e isso pode prejudicar o trabalho em equipe.
Uma questão muito importante para que isso não aconteça é identificar de forma justa quem são os melhores, os que precisam de investimento e os piores. Quanto mais transparente e independente for essa análise melhor serão os resultados da estratégia.
Uma outra coisa importante conforme o artigo “é que a demissão de funcionários por desempenho é uma coisa difícil para um gerente fazer – difícil porque tem consequências humanas reais, e difícil, porque muitas vezes é uma admissão de fracasso de gestão, particularmente se o empregado é alguém que o gerente contratou . Como resultado, a maioria dos gestores tendem a evitar tais decisões. Não é nada  legal demitir 10 por cento de seus funcionários a cada ano”.
“Se você tem que demitir alguém, a chave para fazer isso relativamente bem não é o que você diz ou faz na última reunião, é o que você tem dito e feito nos meses anteriores.”
Um modo de avaliar com isenção as atividades de funcionários é ter uma ferramenta que permita que o próprio funcionário informe o que está fazendo e quando não puder fazer porque não está fazendo, nem sempre é culpa do funcionário. Uma ferramenta assim permite ser honesto e transparente, se as informações fornecidas estiverem incorretas (o funcionário “puxou demais a sardinha pro seu lado”) isso é possível de ser detectado com base nas análise dos dados.
Ninguém precisa fazer propaganda do trabalho, é só registrar honestamente o que está fazendo.

Difícil mas imprescindível para o aumento da produtividade e aumentar a produtividade hoje é uma questão de vida ou morte para a indústria brasileira

quinta-feira, 15 de maio de 2014

" Velejadores, não caiam nas águas do Rio"...

Em reportagem publicada , o New York Times adverte:  " Velejadores, não caiam nas águas do Rio"...         
O texto fala do péssimo estado de limpeza da Baía de Guanabara e traz o depoimento do velejador australiano Nico Delle Karth, que considera a baía o lugar mais sujo que ele já treinou. Lars Grael, ganhador de duas medalhas olímpicas pelo Brasil, também falou, "escura, marrom e fétida" baía carioca e revela já ter encontrado cadáveres humanos em quatro ocasiões. 

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Por que o Tietê continua sujo

Limpeza do Rio Tiete


Artigo assinado por Malu Ribeiro* e originalmente publicado na Folha de S.Paulo – Sem água de boa qualidade, São Paulo não pode mais se dar ao luxo de desperdiçar rios e córregos para diluir esgoto. A média das análises da qualidade da água realizada no período de setembro a dezembro de 2013, em 78 testes feitos pela Fundação SOS Mata Atlântica com grupos de voluntários em rios do Alto e Médio Tietê, aponta melhoria em 49 pontos de coleta. Mesmo assim, não há muito o que se comemorar.
Dos rios e córregos analisados, 13 pontos têm índices péssimos de qualidade e somente quatro saíram dessa condição para regular, graças à integração do projeto Córrego Limpo nas ações de despoluição.
Ao longo do Tietê, de Mogi das Cruzes a Barra Bonita, 16 testes obtiveram índice ruim, 46 regular e apenas três aceitável. Esses indicadores descrevem o cenário de 21 anos do projeto de despoluição do Tietê, que está em sua terceira etapa e já demandou U$ 2,1 bilhões.
A recuperação da bacia do Alto Tietê, com 18 milhões de habitantes distribuídos em 39 municípios, começa a se consolidar em um programa de saneamento ambiental. É possível medir e comprovar que, para cada metro cúbico de esgoto tratado na Região Metropolitana, um quilômetro de rio renasce no interior.
O monitoramento realizado pela Fundação SOS Mata Atlântica aponta que, no início de 1990, metade do Tietê estava morto. A mancha gerada por esgotos domésticos e industriais cobria mais de 500 quilômetros e os rios de São Paulo eram os mais poluídos do Brasil.
Em uma década, a indústria cumpriu a legislação e tratou efluentes. De 1.210 lançamentos de cargas tóxicas nos rios, restaram 400, feitos por indústrias controladas pela Cetesb (Companhia de Tecnologia e Saneamento Ambiental de São Paulo). Porém, os esgotos domésticos, responsabilidade dos municípios e do Estado, continuam sendo lançados e são o maior vilão das águas (no Estado, causam 60% da poluição).
Somente em 2010 a população começou a perceber singelos resultados. Na capital, o odor deixou de ser o principal incômodo. No interior, o Tietê fomenta a economia e voltou a fazer parte da cultura paulista.
Mas, para que apresente resultados efetivos na capital, é preciso tirar do papel o pacto pela despoluição anunciado pelo governador Geraldo Alckmin. Esse pacto político, que conta com apoio da iniciativa privada, precisa ser capaz de promover a gestão integrada do saneamento na bacia.
Dez municípios da Região Metropolitana não são operados pela Sabesp, responsável pelo projeto Tietê. A divisão de competências e as diferenças político-partidárias resultam em entraves que fazem com que a despoluição seja mais difícil do que em países que recuperaram grandes rios, como o Tâmisa e o Reno.
A ocupação desordenada e o aumento de moradias irregulares desprovidas de coleta e tratamento de esgotos impõem a necessidade da atuação integrada do Estado, União, municípios e da sociedade.
É preciso conectar mais 200 mil domicílios à rede de esgoto, o que representa mais de 1,5 milhão de pessoas com acesso ao saneamento, elevando os índices de tratamento de esgoto a 84%. Somente o esforço conjunto permitirá que os rios de São Paulo voltem a fazer parte do cotidiano das pessoas e das cidades de maneira positiva.
*MALU RIBEIRO, 48, é coordenadora da Rede das Águas da Fundação SOS Mata Atlântica.

terça-feira, 13 de maio de 2014

Projeto que pode prevenir desastres "enchentes"


Enchente em Palmares, no Interior de Pernambuco. (Foto: Guga Matos/JC Imagem).



O Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação ( ICMC) da USP, em São Carlos, e a Universidade de Heidelberg, na Alemanha, estão desenvolvendo um projeto conjunto que visa prevenir desastres naturais, com foco nas enchentes.
Financiado pelas principais agências de fomento à pesquisa do país  ( Fapesp, CNPq e Capes), o projeto tem como objetivo construir ferramentas para melhorar a disponibilidade e a qualidade da informação destinada a monitorar e analisar riscos de inundação, apoiando a tomada de decisão na gestão desses riscos. O diferencial do projeto é a ideia de unir a perspectiva da ciência, da população e do governo, já que os dados coletados são provenientes de várias fontes, envolvendo cidadãos, pesquisadores de diversas áreas do conhecimento, especialistas em gerenciamento de risco de inundação e representantes de agências governamentais.
Entre as várias ferramentas que compõe o projeto está o Observatório Cidadão de Enchentes, uma plataforma colaborativa na web que pode ser usada por qualquer cidadão e da qual todos podem participar. Por meio dessa plataforma, a população poderá relatar o nível da água no leito dos rios e a extensão de áreas alagadas. “A ideia é que os cidadãos comuns possam usar a internet ou aplicativos móveis para comunicar desastres a qualquer momento”, contou o professor do ICMC e coordenador do projeto, João Porto de Albuquerque. Segundo ele, há dois tipos de dados que são coletados da população: aqueles que vêm dos cidadãos comuns por meio do Observatório e os que são provenientes de voluntários previamente cadastrados. 


segunda-feira, 12 de maio de 2014

A jogada ruralista para fatiar o latifúndio

Mata Atlântica
O registro eletrônico que atende pela sigla CAR serve para identificar o proprietário e a área de propriedade rural, mostrar quem tem passivo ambiental e quem está cheio de ativos florestais. O Ministério do Meio Ambiente trabalhou meses neste instrumento. Criou um sistema nacional, o Sicar, que permite a qualquer produtor baixar o aplicativo no computador, preencher as informações sobre o imóvel e seus limites e indicar nas imagens de satélite onde ficam a Reserva Legal e as Áreas de Proteção Permanente. É um processo de declaração de matas (ou da falta delas) muito parecido ao do Imposto de Renda. O arquivo é depois enviado às secretarias estaduais que analisam os dados. Quem desmatou o que não podia terá 20 anos para consertar o estrago. Se em cada palmo da terra há grãos plantados e não há espaço para nenhuma árvore, pode-se compensar a dívida procurando outra propriedade no mesmo Estado e bioma que tenha ativos, e pagar para que as florestas do vizinho sejam mantidas em pé. Tudo lindo, tudo pronto há meses, mas nada funcionando. “O CAR é o eixo condutor do Código. Tudo é baseado em quem fez o cadastro, da liberação de créditos a incentivos econômicos”, diz Roberto Smeraldi, diretor de políticas da Amigos da Terra – Amazônia Brasileira. “Sem ele é impossível implementar o resto da lei” continua. Por quê, então, o troço não decola? “É um atraso político”, diz o ambientalista.

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Aquecimento Global – Adote Atitudes Saudáveis!

Deixar o carro em casa, colaborar para a coleta seletiva e reciclagem da cidade, usar ao máximo a iluminação natural em casa, não praticar desmatamento e queimadas em florestas e sempre fazer revisão no carro, para que não haja queima de combustível de forma desregulada.


Logo, cada um fazendo a sua parte, ainda que seja uma pequena atitude, o cenário atual começará a ser mudado.






sexta-feira, 9 de maio de 2014

Governo anuncia ações de sustentabilidade para a copa!!!


Projeto sustentável para o Mundial dialoga com as diversas regiões do País, a fim de gerar suporte para inovação tecnológica, geração de emprego e inclusão social
O governo federal anunciou um conjunto de ações de sustentabilidade para a Copa do Mundo da Fifa Brasil 2014. As medidas foram apresentadas pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, em conjunto com os ministros parceiros do projeto, durante coletiva de imprensa no Ministério do Turismo, nesta terça (27).
O Ministro do Esporte, Aldo Rebelo, iniciou a coletiva afirmando a responsabilidade do governo federal em realizar o mundial em todos os biomas de maneira sustentável. “O governo autorizou a certificação das arenas, o que possibilitou não só a a utilização e aproveitamento de energias renováveis, mas também implantou um modelo de governança, que é referência e padrão para o setor público e iniciativa privada”
Em seguida, Izabella Teixeira apresentou a 'Agenda de meio ambiente e sustentabilidade Copa 2014', documento que reúne projetos ambientais para o mundial e que será referência para outros eventos de grande porte. “Esse projeto dialoga com as diversas regiões do País, a fim de gerar suporte para inovação tecnológica, geração de emprego e inclusão social”, 

quinta-feira, 8 de maio de 2014

A importância das florestas originais





Recuperar a variedade de plantas e animais de uma floresta é muito mais difícil do que se imaginava. Isso se, de fato, for realmente possível. Há décadas pesquisadores de vários países tentam descobrir o que seria mais eficiente para manter a biodiversidade: focar as iniciativas na preservação das florestas primárias, com o mínimo possível de alterações pelas atividades humanas, ou recuperar áreas que já sofreram alguma modificação pelo homem, entre elas as florestas secundárias. Para quem não é especialista, a resposta mais óbvia seria: nada substitui as florestas primárias em termos de biodiversidade. Mas, pesquisadores tinham dúvidas. Estudos sugeriam que as florestas secundárias pudessem conter uma variedade de espécies tão relevante quanto às originais.
A pesquisa analisou 2.200 comparações entre florestas primárias e secundárias feitas anteriormente em 28 países da América, Ásia, África e Oceania. Essa avaliação, possivelmente a mais ampla sobre o assunto, concluiu que as florestas primárias tropicais são praticamente insuperáveis em biodiversidade. “Esse padrão depende muito do histórico de perturbação e da paisagem onde as manchas de mata primária estão inseridas”, explica Carlos Peres, brasileiro radicado na Universidade de East Anglia, no Reino Unido, e um dos autores do estudo da Nature.
Com base nesse raciocínio, a primeira escolha, em um mundo em que os recursos financeiros são limitados, seria manter as áreas de florestas primárias. Segundo Peres, investir na regeneração de mata secundária seria um bônus. “Reflorestar garantiria a sobrevivência de muitas espécies e a manutenção de serviços de ecossistemas como foi feito com a Floresta da Tijuca, área de mata atlântica, no Rio de Janeiro”, conta o norte-americano Thomas Lovejoy, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), no Brasil, e do Centro H. John Heinz III para Ciência, Economia e Meio Ambiente, nos Estados Unidos, outro autor do estudo feito em parceria com pesquisadores de outros países, entre eles o indiano Navjot Sodhi, que morreu de câncer antes da pesquisa ser publicada.
Regiões degradadas podem se recuperar sozinhas, mas reflorestar usando espécies nativas ou de outros ambientes é um trabalho lento, que pode durar séculos. “Áreas de mata atlântica secundárias com cerca de 400 anos no Paraná ainda não têm o perfil de espécies de plantas de regiões primárias”, alerta o pesquisador. A região do Petén, no norte da Guatemala, sofre do mesmo problema. “Quando os espanhóis chegaram, o local era tomado por milharais do Império Maia. Hoje, mais de 500 anos depois, uma mata vigorosa tomou o lugar, mas em termos de biodiversidade não chega nem perto do que poderia ser uma floresta primária da América Central”, afirma.
Foram analisados 12 tipos de interferências humanas que afetam de modo diferente os ambientes. A prática mais agressiva é o uso do fogo, muitas vezes para abrir espaço para a agricultura, enquanto a que oferece menos risco para a biodiversidade é o corte seletivo. A retirada de apenas 3% das árvores de uma floresta já afeta a variedade de espécies do local. A monocultura de árvores de crescimento rápido, como o eucalipto, outra perturbação causada pelo ser humano ao ambiente, também é um problema para a biodiversidade, principalmente em locais como a Ásia e o Brasil.
O problema é mundial. O estudo da Nature reflete uma escassez de informações sobre a maior parte da biodiversidade tropical. “Praticamente não há pesquisas sobre florestas de vários países africanos e asiáticos”, diz Peres. De acordo com o estudo, também faltam trabalhos sobre grupos de plantas, invertebrados e vertebrados em mosaicos de floresta primária e áreas adjacentes de floresta degradada.

Elipse Software lança a versão 4.5 do Elipse Power

Elipse Software lançou a versão 4.5 do Elipse Power. A nova versão do software, voltado para a área de energia, facilita o manuseio da ferramenta de modelagem pelo usuário através de novas opções de importação de objetos para as telas e novas medidas e comandos para proteção e posição dos taps. Segundo a Elipse, tais melhorias também levam à rapidez do processo.

Elipse Power 4.5 - Screenshot

A atualização do software também garantiu novas funcionalidades para a ferramenta PowerExplorer, a qual poderá manipular e criar novas abas de controle, com novas opções de confirmação de comandos. Quanto aos bancos de dados, foram implementadas algumas melhorias nos logs e na conexão com os servidores em mirroring.

Leia mais em http://www.automacaoindustrial.info/elipse-software-lanca-versao-4-5-elipse-power/

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Guia online Universia ensina tudo para quem deseja estudar ou trabalhar no exterior

Quem pretende estudar ou trabalhar no exterior agora pode contar com informações detalhadas que revelam as particularidades de 30 países, tudo organizado em infográficos criados pela Universia Brasil. O guia online e gratuito disponibiliza dados sobre países como Espanha, México, Estados Unidos, Finlândia, França, Dinamarca e outros.
Guia online Universia ensina tudo para quem deseja estudar ou trabalhar no exterior
Através do guia, a Universia procura facilitar a vida de quem pretende trabalhar ou estudar no exterior, divulgando ainda, o que fazer para ingressar na universidade que se tem em mente e como conseguir as bolsas que a instituição disponibiliza para estrangeiros.

Leia mais em: http://www.automacaoindustrial.info/guia-online-universia-ensina-tudo-para-quem-deseja-estudar-ou-trabalhar-exterior/

terça-feira, 6 de maio de 2014

Gerenciamento de Ativos: Automação Industrial entregando informações para a Manutenção Industrial

A manutenção industrial cada vez tem que ser mais eficaz na gestão do ciclo de vida dos equipamentos industriais. Para isso, a automação industrial passa a ter papel de destaque cada vez mais importante no âmbito industrial.
Gerenciamento de Ativos: A Automação Industrial entregando informações para a Manutenção Industrial
Com o grande avanço tecnológico da Tecnologia da Informação (TI) e da Tecnologia da Automação (TA), hoje temos equipamentos de instrumentação e controle cada vez mais inteligentes, não só desempenhando suas funções primárias, mas também entregando inteligência ao processo, resultando em tomadas de decisões na manutenção mais pontuais, otimizando recursos, na ponta, reduzindo custos dos ativos.
As tendências em gerenciamento de ativos na automação passam por uma evolução nas aplicações dos sistemas de segurança (SIS) e nas redes sem fio Wireless para automação industrial.
Concluímos que, na competitividade industrial o gerenciamento de ativos é sensível à gestão dos custos, tanto produtivos quanto de manutenção, podendo diferenciar as melhores margens de operações produtivas no setor industrial, entregando vantagem competitiva.

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segunda-feira, 5 de maio de 2014

Voo verde

Voo verde

A conta já está feita. A aviação comercial deverá reduzir em 50% as emissões de dióxido de carbono (CO2) até 2050 em relação ao que foi emitido pelos motores de aviões em 2005. Para isso, um grande esforço de pesquisa e desenvolvimento está sendo feito em vários países por instituições e empresas no sentido de alcançar um querosene não mais produzido de petróleo, mas de origem renovável, que lance menos gases nocivos na atmosfera. O bioquerosene, como está sendo chamado, tem grandes chances de levar o Brasil a novamente se tornar um centro de referência mundial importante para o desenvolvimento e produção de um biocombustível como foi com o álcool e o biodiesel. Essa tendência está destacada no estudo “Plano de voo para biocombustíveis de aviação no Brasil: plano de ação” apresentado no início de junho, em São Paulo, e patrocinado por duas das três maiores fabricantes de aviões do mundo, a Boeing e a Embraer, com financiamento da FAPESP e coordenação do Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Energético (Nipe) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Também participaram do estudo, desenvolvido ao longo de um ano com a realização de 8 workshops, 33 parceiros, entre empresas nacionais e internacionais, universidades e institutos de pesquisa.
O estudo apresenta várias rotas tecnológicas que podem partir de matérias-primas –como a tradicional cana-de-açúcar até algas, gordura animal, óleos vegetais, material ligno-celulósico, amidos e lixo urbano – e utilizar variadas tecnologias de conversão e refino até a obtenção do bioquerosene. Nessas etapas, indica o estudo, ainda existem muitas lacunas importantes no âmbito tecnológico e de custos a serem preenchidas. São dificuldades técnicas que vão exigir a participação de todos os envolvidos, de fabricantes de aviões a empresas de aviação, desenvolvedores e fornecedores de combustível, além das entidades certificadoras mundiais. Outro fator a ser levado em consideração é o da logística de produção e distribuição do biocombustível para 108 aeroportos nacionais onde pousam as grandes aeronaves, o que representa 1 milhão de voos programados apenas no espaço aéreo brasileiro, além da necessidade de servir aos 62 mil voos internacionais que partem por ano do Brasil, com destino a 58 aeroportos de 35 países. Esses voos para o exterior representam 60% do consumo de querosene para aviação no país.
O bioquerosene para ser qualificado precisa de critérios específicos e rigorosos. É preciso que ele satisfaça as mesmas especificações técnicas do combustível atual para ser considerado drop-in, característica que garante o pronto abastecimento nos motores atuais e naqueles ainda em desenvolvimento, além de poder ser misturado com querosene de aviação convencional. “É consenso que nas próximas décadas não vai haver uma grande mudança tecnológica nos combustíveis para a aviação comercial, como a incorporação de energia solar, células a combustível que funcionam com hidrogênio ou baterias de lítio, por exemplo. Esses equipamentos ocupam muito espaço e são pesados, o que exige maior gasto de combustíveis”, explica o professor Luís Augusto Cortez, vice-reitor de relações internacionais da Unicamp e coordenador do estudo. “Não há como diminuir as emissões apenas com a melhora da eficiência dos motores e por isso estamos incentivando a pesquisa para novos biocombustíveis”, diz Mauro Kern, vice-presidente executivo de engenharia e tecnologia da Embraer. A empresa anunciou em junho a nova linha dos seus jatos, a E2, que começa a voar a partir de 2018 com menos gastos de combustível e diminuição das emissões.
056-060_Bioquerosene_209-2Entre as tecnologias mais avançadas em desenvolvimento no Brasil e que foram citadas durante o anúncio do estudo estão os bioquerosenes da Amyris e o da Solazyme, duas empresas de bioenergia, ambas com origem no estado da Califórnia nos Estados Unidos. As duas fazem parte do grupo de parceiros no estudo coordenado pela FAPESP. A primeira, fundada por pesquisadores da Universidade da Califórnia, em Berkeley, está no Brasil desde 2007. A empresa já produz desde dezembro de 2012, no município de Brotas, no interior paulista, o farneseno, um produto líquido feito a partir do caldo de cana com o uso de linhagens de leveduras Saccharomyces cerevisiaemodificadas geneticamente. Esses microrganismos transformados atuam no processo de fermentação e levam a produção do farneseno, e não do etanol. A partir desse produto é possível, por processos de refino específicos, fabricar tanto o bioquerosene como produtos para a indústria química ou, ainda, o diesel que foi o primeiro alvo da empresa no Brasil (ver Pesquisa FAPESP n° 153), utilizado experimentalmente em algumas frotas de ônibus nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.
056-060_Bioquerosene_209-5Para ser um fornecedor de bioquerosene, as empresas que desenvolvem esse biocombustível precisam receber a aprovação da Sociedade Americana para Testes e Materiais (ASTM, na sigla em inglês). Como parte desse processo, foram realizados voos-teste com no máximo 50% de biocombustível misturado a igual porção de combustível tradicional. Foi o que aconteceu no dia 20 de junho, quando a Amyris, junto com a Total, supriu com bioquerosene um Airbus 321 durante o Paris Air Show. “O combustível usado foi produzido com cana-de-açúcar do Brasil”, diz Velasco. Antes, em junho de 2012, a empresa já havia fornecido bioquerosene para um voo no Rio de Janeiro durante a Conferência Rio+20. Nesse caso, a aeronave foi um jato E195 da Azul Linhas Aéreas, fabricado pela Embraer. Em junho deste ano, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) publicou a especificação brasileira para bioquerosene de aviação, alinhada com os procedimentos internacionais, possibilitando que voos comerciais possam usar o biocombustível no país.
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A Solazyme, no Brasil, firmou uma parceria com a empresa Bunge, produtora de óleos vegetais para o mercado de nutrição e biodiesel, que possui usinas de cana-de-açúcar. Assim, a Solazyme Bunge Produtos Renováveis está construindo uma unidade de produção ao lado de uma usina, no município de Orindiúva, no interior paulista. O óleo primordial é produzido a partir de um processo de fermentação do açúcar existente no caldo de cana por meio das microalgas, cuja espécie a empresa não divulga o nome. “Pelo nosso processo o caldo de cana é transformado em um óleo de alto valor agregado”, diz Walfredo Linhares, diretor da Solazyme no Brasil. Ele informa que a empresa já tem parcerias com a Volkswagen e contrato de fornecimento para a Marinha norte-americana que não quer depender mais exclusivamente dos derivados de petróleo. A produção no Brasil deve começar no final de 2013 e a Solazyme Bunge conta com um investimento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de R$ 246 milhões. A fabricação do bioquerosene no Brasil ainda depende de acertos com alguma outra empresa especializada em refino ou mesmo com a construção de uma unidade própria. Tanto a Solazyme quanto a Amyris podem adaptar as tecnologias próprias para outros tipos de açúcar como a beterraba na Europa, o amido do milho, nos Estados Unidos, e também o bagaço de cana-de-açúcar.

Usina da Amyris, em Brotas (SP)

Os exemplos de processos em desenvolvimento no país para produção de bioquerosene renovável mostram que o Brasil busca se firmar na linha de frente no mundo dos biocombustíveis. “O país tem vantagens relevantes e uma situação diferente à do etanol e do biodiesel, cuja aceitação por parte das empresas resultou do incentivo dos programas de governo. Agora é diferente. Existe uma demanda global por parte das companhias de aviação para um combustível que emita menos CO2”, diz o professor Luiz Horta Nogueira, da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), em Minas Gerais, participante do estudo. O trajeto, até caminhões de bioquerosene adentrarem os aeroportos para abastecer os aviões, ainda é longo e depende também da comprovação de quanto cada biocombustível deixa de emitir CO2 e outros poluentes, em comparação ao feito de petróleo. “Ainda temos uma dificuldade em estabelecer e analisar o ciclo de vida das emissões do bioquerosene. Não existem dados confiáveis, conforme diagnosticado em nosso estudo”, diz Cortez.

Gestão ambiental




sexta-feira, 2 de maio de 2014

Utilidade estudantil que vale apena postar - Como encontrar um estágio em automação industrial?

Onde estão as oportunidades no Brasil?

Quanto à sazonalidade, o Sudeste ainda ocupa o primeiro lugar na quantidade de ofertas de trabalho no mercado de automação industrial, isto devido ao número de grandes empresas que se instalam na região, principalmente por questões de logística.
Indústrias farmacêutica, química, eletrônica e metalúrgica lideram o amplo mercado do Sudeste.
Nos estados do Sul, as oportunidades giram em torno dos grandes parques industriais, com empresas do ramo alimentício, químico e agropecuário, em sua maioria.
Norte e Nordeste acenam com oportunidades crescentes em usinas, refinarias e estaleiros para o setor de automação industrial.

Dicas para encontrar estágio técnico

Independente da quantidade de ofertas de estágio na região onde o futuro técnico ou tecnólogo se encontra, existem algumas dicas que ajudam a encontrar as melhores oportunidades:
Quando procurar um estágio técnico: Quem está cursando graduação deve começar a procura por estágio somente nos dois últimos anos da faculdade. Se o curso for técnico, é melhor buscar oportunidades nos dois últimos períodos.
Sites como o CIEE e o Nube são uma boa opção para procurar estágios.
Escolhendo a empresa: Quando souber de um processo seletivo para estágio, tente conhecer um pouco mais sobre a empresa. Vale buscar informações no site e descobrir se os requisitos da vaga se encaixam no seu perfil. E mais: analise se a oportunidade está de acordo com o curso e com suas expectativas profissionais.
Aqui podemos citar NestléGuaraniGrupo Energisa3MBungeRaízen e Braskem como exemplos de empresas que oferecem programas de estágio.

Oportunidades de estágio na internet

Na era da informação, uma boa saída é buscar vagas nos sites especializados. Há aqueles que cobram mensalidade, mas também muitos outros que divulgam oportunidades gratuitamente, todos os dias.
Hoje, existem diversas opções:
Assinar o feed destes sites ajuda a manter as noticias de vagas de estágio em dia.
Ter uma boa rede de contatos também é fundamental. Manter um perfil atualizado no Linkedin, participar de fóruns do setor e fazer comentários confiáveis e relevantes, que ajudem a outros usuários, também costuma gerar boas oportunidades, ainda que a médio ou longo prazo.

Não deixe de se atualizar sempre!

Se, por algum motivo, o estágio técnico demorar a aparecer, não desanime. Continue mantendo contatos, fazendo cursos online, lendo artigos do setor e participando o mais ativamente possível dos assuntos que se relacionam com o seu ramo. Assim, quando uma nova oportunidade surgir, você estará pronto para participar do processo seletivo.

Continue lendo em: http://www.automacaoindustrial.info/como-encontrar-um-estagio-tecnico-em-automacao-industrial/

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Não Pense Somente No Agora ! Pense No Futuro De Sua Geração No Amanhã, !!

Conceitualmente, a reciclagem é um processo de transformação aplicado a materiais que podem voltar ao estado original, convertendo-se em produtos iguais em todas as suas características, sendo um conceito diferente do de reutilização.
Os resultados da reciclagem são expressivos tanto no campo ambiental, como nos campos econômico e social.



No meio ambiente , tanto a reciclagem, como a reutilização podem reduzir a acumulação progressiva de resíduos, evitando a produção de novos materiais, como por exemplo o papel, que exigiria o corte de mais árvores, com emissões de gases como metano e gás carbônico, consumo de energia, agressões ao solo, ar e água, entre outros tantos fatores negativos.
 Leia Mais em :http://pt.wikipedia.org/wiki/Reciclagem

Avião voa com eletricidade



O voo inaugural do monomotor Elektra One, em 19 de março, foi um momento importante na história recente da aviação. Isso porque, no lugar de utilizar combustível fóssil para mover seu motor, como fazem os milhares de aviões comerciais que cruzam os céus do planeta, a aeronave usa eletricidade. Em seu voo inaugural, o Elektra One decolou do pequeno aeroporto de Augsburgo, na Alemanha, subiu a mais de 500 metros e sobrevoou a região por 30 minutos. Nesse período gastou cerca de 3 kWh de energia, o que representou a metade da carga estocada em suas baterias. A aeronave, desenvolvida por Calin Gologan, dono da empresa PC-Aero, pesa apenas 100 quilos (kg) e tem capacidade para levar outros 200 kg, sendo 100 kg de baterias. A autonomia prevista é de 400 quilômetros. O empresário, que também planeja a construção de hangares dotados de painéis solares para recarregar as baterias, pretende vender o “pacote” formado pelo avião, hangar e fonte de energia por menos de € 100 mil (cerca de R$ 235 mil).

quarta-feira, 30 de abril de 2014



Conceitualmente, a reciclagem é um processo de transformação aplicado a materiais que podem voltar ao estado original, convertendo-se em produtos iguais em todas as suas características, sendo um conceito diferente do de reutilização.
 
Os resultados da reciclagem são expressivos tanto no campo ambiental, como nos campos econômico e social.
No meio ambiente, tanto a reciclagem, como a reutilização podem reduzir a acumulação progressiva de resíduos, evitando a produção de novos materiais, como por exemplo o papel, que exigiria o corte de mais arvores, com emissões de gases como metano e gás carbônico, consumo de energia, agressões ao solo, ar e água, entre outros tantos fatores negativos.


 Leia Mais em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Reciclagem

terça-feira, 29 de abril de 2014

Cidades Verdes São o Futuro Sustentável dos Países

Cidades Verdes
As Cidades Verdes, também conhecidas como Cidades Inteligentes, são aquelas que investem na melhoria de qualidade dos serviços para a população. Esse conceito vai ao encontro dos pilares da sustentabilidade, onde o ambiental, o social e o econômico devem ser preservados para não prejudicar as gerações futuras.

Entenda o Funcionamento das Cidades Verdes

O crescimento desordenado das cidades em todo o mundo trouxe enchentes, poluição, desmatamento, além de desigualdades sociais, desemprego, entre outros problemas. Os projetos de Cidades Verdes procuram diminuir ou acabar com todas essas questões. Para isso, edifícios sustentáveis são construídos e o trânsito é repensado, dando valor para formas de deslocamento não poluentes, como a bicicleta. A coleta de lixo também é repensada, assim como sua reciclagem, tudo em prol da diminuição dos impactos ambientais e do desenvolvimento social e econômico.