Mais de sete milhões de pessoas morrem por ano no mundo por causa da
poluição ambiental, seja dentro ou fora de casa, o que transforma a
contaminação do ar no principal risco do meio ambiente para a saúde.Esta foi a
denúncia feita nesta segunda-feira pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que
apresentou as últimas estatísticas sobre poluição. Conforme esses dados, uma em
cada oito mortes no mundo estão relacionadas com a exposição a ambientes
poluídos."Os números são surpreendentes, são dramáticos. Isso é um
problema que afeta todos, tanto países em desenvolvimento quanto os
desenvolvidos. Mas ter esses números já é um primeiro passo positivo, porque
nos dá conhecimento para poder atuar e resolver o problema", explicou em
entrevista coletiva María Neira, diretora do departamento de Saúde Pública e
Meio Ambiente da OMS.Os dados atuais são de estatísticas da mortalidade mundial
em 2012. Antes disso, os últimos registros que a agência sanitária das Nações
Unidas tinha eram de 2008 e os números de mortes relacionadas com a poluição
ambiental eram de 3,5 milhões, exatamente a metade dos revelados agora.No
entanto, María ressaltou que não se deve acreditar que os casos duplicaram em
seis anos. É preciso ter em conta que uma nova metodologia e uma nova
tecnologia permitiram fazer uma radiografia mais precisa da situação.
"Blog experimental da disciplina Metodologia Científica, ministrada pela professora Lívia Cristina Guimaraes, do curso de Engenharia de Controle e Automação da Faculdade Pitagoras-Betim- 2014-1"
quinta-feira, 29 de maio de 2014
quarta-feira, 28 de maio de 2014
VOCÊ SABE O QUE É SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL?
O Nosso planeta dá sinais claros de que não suporta mais o ritmo de consumo que imprimimos nos dias atuais. A poluição da terra; da água e do ar; chegaram a níveis tão altos que em alguns países certas regiões chegam ater níveis de poluentes que provocam deformidades e problemas gravíssimos de saúde para os habitantes locais.
Infelizmente, devemos reconhecer que a sustentabilidade empresarial ainda não é um tema central em muitas empresas. Principalmente em países como o nosso e nos países ricos, muitas corporações associam a idéia da sustentabilidade empresarial a um aumento nos custos de operação e nos preços de venda; o que provocaria um risco aos seus produtos e a sua penetração no mercado consumidor. No entanto, aos poucos, essa visão vai sendo revertida pela conscientização cada vez maior dos consumidores e a real pressão que esses grupos vêm fazendo sobre o mercado e, conseqüentemente, sobre as empresas.
Mas, para que a sustentabilidade empresarial seja uma realidade em todo mundo, os consumidores devem se unir e promover uma grande onda de esclarecimento e de cobrança consciente. Devem fazer os empresários entenderem que chegou o fim do “lucro pelo lucro” e que, agora, pensar com responsabilidade e cuidar do mundo que nos cerca é crucial para nossa própria sobrevivência.
terça-feira, 27 de maio de 2014
SOS RIOS DO BRASIL
Tendo em vista a crescente
escassez da água e a poluição cada vez maior de rios,
córregos, ribeirões, aquíferos e mananciais, por lixo, esgotos domésticos e
industriais, assoreamentos e destruição das matas ciliares e outras ações
destrutivas, foi instituído o “DIA DO RIO” em 24 de novembro, para que as
comunidades possam celebrar a data e ressaltar a importância de nossos rios.
O Blog SOS Rios BR,
que desde 2008 tem buscado conscientizar pessoas e entidades para a
responsabilidade de todos na recuperação, preservação e valorização de nossos
cursos d’ água convidam os educadores a celebrar o “DIA DO RIO 2012″ com ações
pró-ativas e educativas em defesa dos rios de suas comunidades. Algumas das
ações sugeridas para celebrar a data são palestras, concursos de fotografias,
apresentações, poemas, ações e poesias sobre os seus rios, incentivando a
preservação dos mesmos.
Somente
através da conscientização das comunidades e em especial dos educandos de todo
o Brasil vamos conseguir fazer crescer o clamor e a pressão para que nossos
governantes façam cumprir nossas Leis Ambientais de proteção de nossos cursos
d’ água, e assim proteger a saúde ambiental e a qualidade de vida de nossas
populações.
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Resfriamento geotérmico será testado em escola pública
Pesquisadores da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) criaram um sistema alternativo de ar-condicionado que minimiza o uso de energia elétrica.
O novo modelo de resfriamento é denominado "sistema geotérmico de captações rasas", ou sistema de resfriamento geotérmico.
Tubos de cerca de 80 centímetros de diâmetro estão sendo enterrados a cerca de 5 metros de profundidade, através dos quais o ar quente da atmosfera vai circular e resfriar, antes de ser distribuído pelas salas de aula e outras dependências da escola.
"Um grande ventilador capta e empurra o ar para dentro da tubulação. Ao circular pelos tubos, ele se resfria em algo entre 3 a 5º C. Outros ventiladores, na saída, distribuem o ar mais fresco pelas salas e demais dependência da escola, residência ou outra construção qualquer," diz Hernandez.
A grande vantagem do sistema está no custo de operação.
"Embora sua implantação seja mais cara do que um ar condicionado normal, o seu consumo de energia é quatro vezes menor. Por isso, em pouco tempo ele se paga," garante Hernandez.
Os sistemas de ar-condicionado tradicionais são responsáveis hoje pelo consumo de cerca de 4,5% da energia no Brasil.
Leia mais em http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=resfriamento-geotermico&id=010170140519#.U4yG83JdWxU
sexta-feira, 23 de maio de 2014
Resultado da análise da água do Rio Tietê em Itaquaquecetuba
O Rio Tietê, abastece e corta a cidade de Itaquaquecetuba e possui a mesma nomeação
étnica tupi que significa tié ou tei-tei (canário de cor amarela). Possui quase 1.100 quilômetros de extensão, nasce limpo em
Salesópolis na Serra do Mar (SP), e é uma atração turística da cidade,
desaguando no Rio Paraná, divisa com o estado de Mato Grosso do Sul.
Ao contrário de
outros cursos d’água, o rio se volta para o interior e não corre para o mar,
característica que o tornou um importante instrumento na “colonização” do país.
A importância do
Rio Tietê deve-se à diversas represas que abastecem regiões, geram
energia, incentivam a navegação pluvial e proporcionam a recreação. A partir de Mogi das Cruzes, passa a
receber toneladas de diversos resíduos industriais e domésticos, assoreado e
com margens desmatadas e impermeabilizadas, atingindo seu pior grau de poluição ao longo da cidade de São Paulo. Saindo da capital graças a ação de
bactérias e acidentes geográficos o rio volta a se reabilitar e a partir da
cidade de Barra Bonita está novamente limpo e se encontra com o Rio Paraná.
A equipe do projeto
itinerante “A Mata Atlântica é Aqui!”,
realizou uma coleta de água para análise a qual indicou que a qualidade da água
encontra-se RUIM!
O Tietê necessita
da sociedade mobilizada para poder se recuperar!
A população precisa resgatar seu papel de corresponsáveis pela sua conservação!
Faça sua parte!
Leia mais em http://www.sosma.org.br/blog/17306/
Leia mais em http://www.sosma.org.br/blog/17306/
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Projeto Mapeia Áreas de Risco Socioambiental do Brasil
O Mapa da Justiça Socioambiental é um projeto desenvolvido
pela Fiocruz e pela Fundação FASE (Solidariedade e Educação).
O objetivo da ação é mapear as áreas do país ameaçadas pelo
desenvolvimento e apoiar ativamente a luta das populações atingidas por
iniciativas insustentáveis e prejudiciais ao meio ambiente e à saúde e
qualidade de vida das pessoas que habitam as regiões mapeadas.
Uma das principais metodologias para controlar os conflitos
socioambientais das zonas de risco e, promover melhores condições de vida à
população, consiste em pesquisar e fichar os casos que serão trabalhados por
outras instituições que protegem a ecologia urbana e rural.
Esse levantamento das áreas é feito minuciosamente contendo
informações importantes, como: tipo de população atingida e o local do conflito
(índios, operários, agricultores, pescadores, zonas rurais e urbanas, etc.); o
risco à saúde (contaminações, desnutrição, violência física, etc.), prejuízos
ambientais (desmatamento, queimada, contaminação de solo e água, entre outros)
e os conflitos já existentes e possíveis.
Após a conclusão dessas pesquisas, os dados são arquivados
em um sistema desenvolvido pela DATASUS e ficam disponíveis para consultas.
Leia mais: http://www.ecologiaurbana.com.br/ecologia-urbana/projeto-mapeia-areas-risco-socioambiental-brasil/
quarta-feira, 21 de maio de 2014
Nova descoberta permite a criação de eletrônicos à base de Grafeno
O processo só é possível porque os cientistas descobriram uma maneira de fazer com que os elétrons atuem como fótons. Assim, é necessário aquecer o material composto por nanopartículas de grafeno a 1000ºC. O silício presente no meio é totalmente derretido, sobrando apenas nanofitas de grafeno com bordas perfeitamente lisas.
O mais importante de todo o processo é a formação das bordas lisas. Elas são responsáveis pela melhor locomoção dos elétrons ao logo do grafeno. Dessa forma, os elétrons passam a se comportar como luz, sem dispersão e praticamente sem resistência graças ao formato da fibra.
A nova forma de eletrônicos a base de grafeno é possível porque as nanopartículas atuam como semicondutores. A diferença entre a nova descoberta e o grafeno comum é que os transistores comuns feitos com o material não podem ser desligados. Agora, pode haver uma forma de desligar os aparelhos.
Contudo, cientistas ainda necessitam aperfeiçoar as nanopartículas, para que essas possam ser utilizadas na confecção de eletrônicos. Isso é uma aplicação da tecnologia do futuro, mas que pode estar mais próximo do que imaginamos.
O Grafeno
O grafeno é composto por átomos de carbonos reunidos, formando uma camada finíssima de grafite. Quando isolado, o grafeno ganha propriedades incríveis e pode substituir materiais raros e escassos.
O material foi descoberto em forma teórica pelo físico pelo Philip Russel Wallace em 1947, mas só em 1962 que ele se tornou realidade. Em 2004, o grafeno foi testado pela primeira vez como transistor e, desde então, é considerado o material do futuro por muitos cientistas.
terça-feira, 20 de maio de 2014
Alunos da Fatec Tatuí desenvolvem equipamento que transforma materiais descartados em peças de valor
Alunos do curso de
automação industrial da faculdade de tecnologia (fatec) de tatuí, cidade
localizada a cerca de 130 km da capital paulista, uniram dois aparelhos com
funcionalidades distintas para um único objetivo: transformar materiais
descartados em peças de valor para o setor industrial.
O extrusor desenvolvido pelos estudantes transforma garrafas pet
em fios de plástico que são aproveitados por uma impressora 3d. De acordo com o aluno lauro fernando de melo, em entrevista concedida ao portal g1, o quilo do fio de plástico rígido comercializado
atualmente chega a custar em média r$ 150,00. Com o equipamento desenvolvido na
fatec, o investimento caiu cerca de 90%, chegando a apenas r$ 15,00 pela mesma
quantidade.
Leia mais em: http://www.automacaoindustrial.info/alunos-da-fatec-tatui-desenvolvem-equipamento-que-transforma-materiais-descartados-em-pecas-de-valor/
segunda-feira, 19 de maio de 2014
10 Mandamentos da Responsabilidade Social
1º- Antes de implantar qualquer projeto social, faça um estudo junto a entidades do Terceiro Setor sobre o que elas precisam.
2º- As necessidades das entidades sociais nem sempre vão ao encontro do que uma empresa faz ou deseja fazer. O ideal é que ambas trabalhem em conjunto para obter um melhor resultado.
3º- Assuma compromisso com o sucesso ou o fracasso dessas entidades.
4º- Muitas empresas trocam de projetos sociais a cada dois anos, esquecendo-se de seu compromisso. Adote um projeto compatível com as possibilidades de sua corporação.
5º- Não conte vantagens ou fique se vangloriando, por ter compromissos sociais com entidades que precisam de ajuda. Concentre suas atitudes em coisas realmente tragam contribuição social.
6º- Empenhe-se para que os projetos sejam seguros, duradouros e que realmente se preocupem com o social.
7º – Lembre-se de que o consumidor sabe que todo investimento em obras sociais é revertido para a própria empresa, no preço final dos seus produtos.
8º- As grandes companhias, com suas marcas famosas, não costumam se envolver em problemas sociais complexos para evitar grandes problemas. Pense no que deve vir em primeiro lugar: a marca ou a ética.
9º- Os critérios que as empresas usam para apoiar um projeto social devem ser deixados de lado. Não se esqueça de que essa área é regida por conceitos humanitários, não empresariais.
10º- É necessário lembrar-se de que a responsabilidade social é um ato de amor ao próximo, por isso, vem primeiro do indivíduo, ONGs, congregações etc., e não do governo.
Leia mais em http://www.ecologiaurbana.com.br/responsabilidade-socioambiental/10-mandamentos-responsabilidade-social/
sexta-feira, 16 de maio de 2014
Gestão de Pessoas na Produção: O grande desafio da Indústria para aumentar a Produtividade
Uma questão delicada é se a empresa
deve ou não ranquear os operadores, ter uma lista dos melhores e piores, e vou
me basear no artigo “Should I Rank My
Employees?” publicado no “The Wall Street Journal” (artigo original). A gestão de pessoas é a gerência
mais complicada quando estamos falando de serviços, sejam eles em uma indústria
de manufatura ou em uma empresa genuinamente de serviços.
Como fazer a gestão e ser o mais justo possível?
É isso que vamos analisar. A pessoa
mais influente e bem sucedida no mundo no que se refere a gestão de pessoas é Jack Welch, ex-CEO
da General Eletric e hoje consultor em gestão de empresas. No artigo mencionado
são apresentadas as considerações de Jack Welch a respeito de “ranqueamento”
(ou classificação se você preferir) de funcionários e a proposta é:
“Classifique seus funcionários pelo menos uma vez por ano e divida em 3
categorias: O 20% melhores (the Top), os 70% intermediários (the Middle) e os
últimos 10 % (the Bottom).”
E o que fazer com cada grupo?
“Os 20% melhores devem ser elogiados, acarinhados e receber uma
generosa recompensa financeira.” Welch argumenta: “recompensas financeiras para
um grupo muito grande é um erro”.
“Os intermediários (70% dos funcionários) devem ser orientados, receber
treinamento e definição de metas, com o objetivo de dar-lhes uma oportunidade
para melhorar. Mantê-los motivados é a parte mais difícil da tarefa do gerente,
ele diz. “Você não quer perder a grande maioria dos seus funcionários – você
quer melhorá-los”.
Para os últimos 10% “não tem o que ser feito”, diz Welch. “Eles tem que
ser demitidos.”
Alguns críticos, como os professores de Stanford Jeffrey Pfeffer e
Robert Sutton, dizem que essa metodologia pode criar uma disputa entre os
funcionários para ver quem será beneficiado e quem não será e isso pode
prejudicar o trabalho em equipe.
Uma questão muito importante para que isso não aconteça é identificar de
forma justa quem são os melhores, os que precisam de investimento e os piores.
Quanto mais transparente e independente for essa análise melhor serão os
resultados da estratégia.
Uma outra coisa importante conforme o
artigo “é que a demissão de funcionários por desempenho é uma coisa difícil
para um gerente fazer – difícil porque tem consequências humanas reais, e
difícil, porque muitas vezes é uma admissão de fracasso de gestão,
particularmente se o empregado é alguém que o gerente contratou . Como
resultado, a maioria dos gestores tendem a evitar tais decisões. Não é nada
legal demitir 10 por cento de seus funcionários a cada ano”.
“Se você tem que demitir alguém, a chave para fazer isso relativamente
bem não é o que você diz ou faz na última reunião, é o que você tem dito e feito
nos meses anteriores.”
Um modo de avaliar com isenção as
atividades de funcionários é ter uma ferramenta que permita que o próprio
funcionário informe o que está fazendo e
quando não puder fazer porque não está fazendo,
nem sempre é culpa do funcionário. Uma ferramenta assim permite ser honesto e
transparente, se as informações fornecidas estiverem incorretas (o funcionário
“puxou demais a sardinha pro seu lado”) isso é possível de ser detectado com
base nas análise dos dados.
Ninguém precisa fazer propaganda do trabalho, é só registrar
honestamente o que está fazendo.
Difícil mas imprescindível para o aumento da produtividade e aumentar a
produtividade hoje é uma questão de vida ou morte para a indústria brasileira
quinta-feira, 15 de maio de 2014
" Velejadores, não caiam nas águas do Rio"...
Em reportagem publicada , o New York Times adverte: " Velejadores, não caiam nas águas do Rio"...
O texto fala do péssimo estado de limpeza da Baía de Guanabara e traz o depoimento do velejador australiano Nico Delle Karth, que considera a baía o lugar mais sujo que ele já treinou. Lars Grael, ganhador de duas medalhas olímpicas pelo Brasil, também falou, "escura, marrom e fétida" baía carioca e revela já ter encontrado cadáveres humanos em quatro ocasiões.
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Por que o Tietê continua sujo
Artigo assinado por
Malu Ribeiro* e originalmente publicado na Folha de
S.Paulo – Sem água de boa qualidade, São
Paulo não pode mais se dar ao luxo de desperdiçar rios e córregos para diluir
esgoto. A média das análises da qualidade da água realizada no período de
setembro a dezembro de 2013, em 78 testes feitos pela Fundação SOS Mata
Atlântica com grupos de voluntários em rios do Alto e Médio Tietê, aponta
melhoria em 49 pontos de coleta. Mesmo assim, não há muito o que se comemorar.
Dos rios e córregos analisados, 13 pontos têm
índices péssimos de qualidade e somente quatro saíram dessa condição para
regular, graças à integração do projeto Córrego Limpo nas ações de despoluição.
Ao longo do Tietê, de Mogi das Cruzes a Barra
Bonita, 16 testes obtiveram índice ruim, 46 regular e apenas três aceitável.
Esses indicadores descrevem o cenário de 21 anos do projeto de despoluição do
Tietê, que está em sua terceira etapa e já demandou U$ 2,1 bilhões.
A recuperação da bacia do Alto Tietê, com 18
milhões de habitantes distribuídos em 39 municípios, começa a se consolidar em
um programa de saneamento ambiental. É possível medir e comprovar que, para
cada metro cúbico de esgoto tratado na Região Metropolitana, um quilômetro de
rio renasce no interior.
O monitoramento realizado pela Fundação SOS Mata
Atlântica aponta que, no início de 1990, metade do Tietê estava morto. A mancha
gerada por esgotos domésticos e industriais cobria mais de 500 quilômetros e os
rios de São Paulo eram os mais poluídos do Brasil.
Em uma década, a indústria cumpriu a legislação e
tratou efluentes. De 1.210 lançamentos de cargas tóxicas nos rios, restaram
400, feitos por indústrias controladas pela Cetesb (Companhia de Tecnologia e
Saneamento Ambiental de São Paulo). Porém, os esgotos domésticos,
responsabilidade dos municípios e do Estado, continuam sendo lançados e são o
maior vilão das águas (no Estado, causam 60% da poluição).
Somente em 2010 a população começou a perceber
singelos resultados. Na capital, o odor deixou de ser o principal incômodo. No
interior, o Tietê fomenta a economia e voltou a fazer parte da cultura
paulista.
Mas, para que apresente resultados efetivos na
capital, é preciso tirar do papel o pacto pela despoluição anunciado pelo
governador Geraldo Alckmin. Esse pacto político, que conta com apoio da
iniciativa privada, precisa ser capaz de promover a gestão integrada do
saneamento na bacia.
Dez municípios da Região Metropolitana não são
operados pela Sabesp, responsável pelo projeto Tietê. A divisão de competências
e as diferenças político-partidárias resultam em entraves que fazem com que a
despoluição seja mais difícil do que em países que recuperaram grandes rios,
como o Tâmisa e o Reno.
A ocupação desordenada e o aumento de moradias
irregulares desprovidas de coleta e tratamento de esgotos impõem a necessidade
da atuação integrada do Estado, União, municípios e da sociedade.
É preciso conectar mais 200 mil domicílios à rede
de esgoto, o que representa mais de 1,5 milhão de pessoas com acesso ao
saneamento, elevando os índices de tratamento de esgoto a 84%. Somente o
esforço conjunto permitirá que os rios de São Paulo voltem a fazer parte do
cotidiano das pessoas e das cidades de maneira positiva.
*MALU RIBEIRO, 48, é coordenadora da
Rede das Águas da Fundação SOS Mata Atlântica.
terça-feira, 13 de maio de 2014
Projeto que pode prevenir desastres "enchentes"
O Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação
( ICMC) da USP, em São Carlos, e a Universidade de Heidelberg, na Alemanha,
estão desenvolvendo um projeto conjunto que visa prevenir desastres naturais,
com foco nas enchentes.
Financiado pelas principais agências de fomento à
pesquisa do país ( Fapesp, CNPq e Capes),
o projeto tem como objetivo construir ferramentas para melhorar a disponibilidade
e a qualidade da informação destinada a monitorar e analisar riscos de
inundação, apoiando a tomada de decisão na gestão desses riscos. O diferencial
do projeto é a ideia de unir a perspectiva da ciência, da população e do
governo, já que os dados coletados são provenientes de várias fontes,
envolvendo cidadãos, pesquisadores de diversas áreas do conhecimento,
especialistas em gerenciamento de risco de inundação e representantes de
agências governamentais.
Entre as várias ferramentas que compõe o projeto
está o Observatório Cidadão de Enchentes, uma plataforma colaborativa na web
que pode ser usada por qualquer cidadão e da qual todos podem participar.
Por meio dessa plataforma, a população poderá relatar o nível da água no leito
dos rios e a extensão de áreas alagadas. “A ideia é que os cidadãos comuns
possam usar a internet ou aplicativos móveis para comunicar desastres a
qualquer momento”, contou o professor do ICMC e coordenador do projeto, João
Porto de Albuquerque. Segundo ele, há dois tipos de dados que são coletados da
população: aqueles que vêm dos cidadãos comuns por meio do Observatório e os
que são provenientes de voluntários previamente cadastrados.
segunda-feira, 12 de maio de 2014
A jogada ruralista para fatiar o latifúndio
O registro
eletrônico que atende pela sigla CAR serve para identificar o proprietário e a
área de propriedade rural, mostrar quem tem passivo ambiental e quem está cheio
de ativos florestais. O Ministério do Meio Ambiente trabalhou meses neste
instrumento. Criou um sistema nacional, o Sicar, que permite a qualquer
produtor baixar o aplicativo no computador, preencher as informações sobre o
imóvel e seus limites e indicar nas imagens de satélite onde ficam a Reserva
Legal e as Áreas de Proteção Permanente. É um processo de declaração de matas
(ou da falta delas) muito parecido ao do Imposto de Renda. O arquivo é depois
enviado às secretarias estaduais que analisam os dados. Quem desmatou o que não
podia terá 20 anos para consertar o estrago. Se em cada palmo da terra há grãos
plantados e não há espaço para nenhuma árvore, pode-se compensar a dívida
procurando outra propriedade no mesmo Estado e bioma que tenha ativos, e pagar
para que as florestas do vizinho sejam mantidas em pé. Tudo lindo, tudo pronto
há meses, mas nada funcionando. “O CAR é o eixo condutor do Código. Tudo é
baseado em quem fez o cadastro, da liberação de créditos a incentivos
econômicos”, diz Roberto Smeraldi, diretor de políticas da Amigos da Terra –
Amazônia Brasileira. “Sem ele é impossível implementar o resto da lei”
continua. Por quê, então, o troço não decola? “É um atraso político”, diz o
ambientalista.
Leia mais em ://www.sosma.org.br/blog/jogada-ruralista-para-fatiar-o-latifundio/#sthash.5ArTCC7v.dpuf
Aquecimento Global – Adote Atitudes Saudáveis!
Deixar o carro em casa, colaborar para a coleta seletiva e reciclagem da cidade, usar ao máximo a iluminação natural em casa, não praticar desmatamento e queimadas em florestas e sempre fazer revisão no carro, para que não haja queima de combustível de forma desregulada.
Logo, cada um fazendo a sua parte, ainda que seja uma pequena atitude, o cenário atual começará a ser mudado.
Logo, cada um fazendo a sua parte, ainda que seja uma pequena atitude, o cenário atual começará a ser mudado.
sexta-feira, 9 de maio de 2014
Governo anuncia ações de sustentabilidade para a copa!!!
Projeto sustentável para o Mundial dialoga com as diversas regiões do País, a fim de gerar suporte para inovação tecnológica, geração de emprego e inclusão social
O governo federal anunciou um conjunto de ações de sustentabilidade para a Copa do Mundo da Fifa Brasil 2014. As medidas foram apresentadas pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, em conjunto com os ministros parceiros do projeto, durante coletiva de imprensa no Ministério do Turismo, nesta terça (27).
O Ministro do Esporte, Aldo Rebelo, iniciou a coletiva afirmando a responsabilidade do governo federal em realizar o mundial em todos os biomas de maneira sustentável. “O governo autorizou a certificação das arenas, o que possibilitou não só a a utilização e aproveitamento de energias renováveis, mas também implantou um modelo de governança, que é referência e padrão para o setor público e iniciativa privada”
Em seguida, Izabella Teixeira apresentou a 'Agenda de meio ambiente e sustentabilidade Copa 2014', documento que reúne projetos ambientais para o mundial e que será referência para outros eventos de grande porte. “Esse projeto dialoga com as diversas regiões do País, a fim de gerar suporte para inovação tecnológica, geração de emprego e inclusão social”,
quinta-feira, 8 de maio de 2014
A importância das florestas originais
Recuperar a variedade de plantas e animais de uma floresta é muito mais difícil do que se imaginava. Isso se, de fato, for realmente possível. Há décadas pesquisadores de vários países tentam descobrir o que seria mais eficiente para manter a biodiversidade: focar as iniciativas na preservação das florestas primárias, com o mínimo possível de alterações pelas atividades humanas, ou recuperar áreas que já sofreram alguma modificação pelo homem, entre elas as florestas secundárias. Para quem não é especialista, a resposta mais óbvia seria: nada substitui as florestas primárias em termos de biodiversidade. Mas, pesquisadores tinham dúvidas. Estudos sugeriam que as florestas secundárias pudessem conter uma variedade de espécies tão relevante quanto às originais.
A pesquisa analisou 2.200 comparações entre florestas primárias e secundárias feitas anteriormente em 28 países da América, Ásia, África e Oceania. Essa avaliação, possivelmente a mais ampla sobre o assunto, concluiu que as florestas primárias tropicais são praticamente insuperáveis em biodiversidade. “Esse padrão depende muito do histórico de perturbação e da paisagem onde as manchas de mata primária estão inseridas”, explica Carlos Peres, brasileiro radicado na Universidade de East Anglia, no Reino Unido, e um dos autores do estudo da Nature.
Com base nesse raciocínio, a primeira escolha, em um mundo em que os recursos financeiros são limitados, seria manter as áreas de florestas primárias. Segundo Peres, investir na regeneração de mata secundária seria um bônus. “Reflorestar garantiria a sobrevivência de muitas espécies e a manutenção de serviços de ecossistemas como foi feito com a Floresta da Tijuca, área de mata atlântica, no Rio de Janeiro”, conta o norte-americano Thomas Lovejoy, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), no Brasil, e do Centro H. John Heinz III para Ciência, Economia e Meio Ambiente, nos Estados Unidos, outro autor do estudo feito em parceria com pesquisadores de outros países, entre eles o indiano Navjot Sodhi, que morreu de câncer antes da pesquisa ser publicada.
Regiões degradadas podem se recuperar sozinhas, mas reflorestar usando espécies nativas ou de outros ambientes é um trabalho lento, que pode durar séculos. “Áreas de mata atlântica secundárias com cerca de 400 anos no Paraná ainda não têm o perfil de espécies de plantas de regiões primárias”, alerta o pesquisador. A região do Petén, no norte da Guatemala, sofre do mesmo problema. “Quando os espanhóis chegaram, o local era tomado por milharais do Império Maia. Hoje, mais de 500 anos depois, uma mata vigorosa tomou o lugar, mas em termos de biodiversidade não chega nem perto do que poderia ser uma floresta primária da América Central”, afirma.
Foram analisados 12 tipos de interferências humanas que afetam de modo diferente os ambientes. A prática mais agressiva é o uso do fogo, muitas vezes para abrir espaço para a agricultura, enquanto a que oferece menos risco para a biodiversidade é o corte seletivo. A retirada de apenas 3% das árvores de uma floresta já afeta a variedade de espécies do local. A monocultura de árvores de crescimento rápido, como o eucalipto, outra perturbação causada pelo ser humano ao ambiente, também é um problema para a biodiversidade, principalmente em locais como a Ásia e o Brasil.
O problema é mundial. O estudo da Nature reflete uma escassez de informações sobre a maior parte da biodiversidade tropical. “Praticamente não há pesquisas sobre florestas de vários países africanos e asiáticos”, diz Peres. De acordo com o estudo, também faltam trabalhos sobre grupos de plantas, invertebrados e vertebrados em mosaicos de floresta primária e áreas adjacentes de floresta degradada.
Elipse Software lança a versão 4.5 do Elipse Power
A Elipse Software lançou a versão 4.5 do Elipse Power. A nova versão do software, voltado para a área de energia, facilita o manuseio da ferramenta de modelagem pelo usuário através de novas opções de importação de objetos para as telas e novas medidas e comandos para proteção e posição dos taps. Segundo a Elipse, tais melhorias também levam à rapidez do processo.

A atualização do software também garantiu novas funcionalidades para a ferramenta PowerExplorer, a qual poderá manipular e criar novas abas de controle, com novas opções de confirmação de comandos. Quanto aos bancos de dados, foram implementadas algumas melhorias nos logs e na conexão com os servidores em mirroring.
Leia mais em http://www.automacaoindustrial.info/elipse-software-lanca-versao-4-5-elipse-power/
A atualização do software também garantiu novas funcionalidades para a ferramenta PowerExplorer, a qual poderá manipular e criar novas abas de controle, com novas opções de confirmação de comandos. Quanto aos bancos de dados, foram implementadas algumas melhorias nos logs e na conexão com os servidores em mirroring.
Leia mais em http://www.automacaoindustrial.info/elipse-software-lanca-versao-4-5-elipse-power/
quarta-feira, 7 de maio de 2014
Guia online Universia ensina tudo para quem deseja estudar ou trabalhar no exterior
Quem pretende estudar ou trabalhar no exterior agora pode contar com informações detalhadas que revelam as particularidades de 30 países, tudo organizado em infográficos criados pela Universia Brasil. O guia online e gratuito disponibiliza dados sobre países como Espanha, México, Estados Unidos, Finlândia, França, Dinamarca e outros.
Através do guia, a Universia procura facilitar a vida de quem pretende trabalhar ou estudar no exterior, divulgando ainda, o que fazer para ingressar na universidade que se tem em mente e como conseguir as bolsas que a instituição disponibiliza para estrangeiros.
Leia mais em: http://www.automacaoindustrial.info/guia-online-universia-ensina-tudo-para-quem-deseja-estudar-ou-trabalhar-exterior/
terça-feira, 6 de maio de 2014
Gerenciamento de Ativos: Automação Industrial entregando informações para a Manutenção Industrial
A manutenção industrial cada vez tem que ser mais eficaz na gestão do ciclo de vida dos equipamentos industriais. Para isso, a automação industrial passa a ter papel de destaque cada vez mais importante no âmbito industrial.
Com o grande avanço tecnológico da Tecnologia da Informação (TI) e da Tecnologia da Automação (TA), hoje temos equipamentos de instrumentação e controle cada vez mais inteligentes, não só desempenhando suas funções primárias, mas também entregando inteligência ao processo, resultando em tomadas de decisões na manutenção mais pontuais, otimizando recursos, na ponta, reduzindo custos dos ativos.
As tendências em gerenciamento de ativos na automação passam por uma evolução nas aplicações dos sistemas de segurança (SIS) e nas redes sem fio Wireless para automação industrial.
Concluímos que, na competitividade industrial o gerenciamento de ativos é sensível à gestão dos custos, tanto produtivos quanto de manutenção, podendo diferenciar as melhores margens de operações produtivas no setor industrial, entregando vantagem competitiva.
Leia mais em: http://www.automacaoindustrial.info/gerenciamento-de-ativos-automacao-industrial-entregando-informacoes-para-manutencao-industrial/
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Voo verde
Voo verde
A conta já está feita. A aviação comercial deverá reduzir em 50% as emissões de dióxido de carbono (CO2) até 2050 em relação ao que foi emitido pelos motores de aviões em 2005. Para isso, um grande esforço de pesquisa e desenvolvimento está sendo feito em vários países por instituições e empresas no sentido de alcançar um querosene não mais produzido de petróleo, mas de origem renovável, que lance menos gases nocivos na atmosfera. O bioquerosene, como está sendo chamado, tem grandes chances de levar o Brasil a novamente se tornar um centro de referência mundial importante para o desenvolvimento e produção de um biocombustível como foi com o álcool e o biodiesel. Essa tendência está destacada no estudo “Plano de voo para biocombustíveis de aviação no Brasil: plano de ação” apresentado no início de junho, em São Paulo, e patrocinado por duas das três maiores fabricantes de aviões do mundo, a Boeing e a Embraer, com financiamento da FAPESP e coordenação do Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Energético (Nipe) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Também participaram do estudo, desenvolvido ao longo de um ano com a realização de 8 workshops, 33 parceiros, entre empresas nacionais e internacionais, universidades e institutos de pesquisa.
O estudo apresenta várias rotas tecnológicas que podem partir de matérias-primas –como a tradicional cana-de-açúcar até algas, gordura animal, óleos vegetais, material ligno-celulósico, amidos e lixo urbano – e utilizar variadas tecnologias de conversão e refino até a obtenção do bioquerosene. Nessas etapas, indica o estudo, ainda existem muitas lacunas importantes no âmbito tecnológico e de custos a serem preenchidas. São dificuldades técnicas que vão exigir a participação de todos os envolvidos, de fabricantes de aviões a empresas de aviação, desenvolvedores e fornecedores de combustível, além das entidades certificadoras mundiais. Outro fator a ser levado em consideração é o da logística de produção e distribuição do biocombustível para 108 aeroportos nacionais onde pousam as grandes aeronaves, o que representa 1 milhão de voos programados apenas no espaço aéreo brasileiro, além da necessidade de servir aos 62 mil voos internacionais que partem por ano do Brasil, com destino a 58 aeroportos de 35 países. Esses voos para o exterior representam 60% do consumo de querosene para aviação no país.
O bioquerosene para ser qualificado precisa de critérios específicos e rigorosos. É preciso que ele satisfaça as mesmas especificações técnicas do combustível atual para ser considerado drop-in, característica que garante o pronto abastecimento nos motores atuais e naqueles ainda em desenvolvimento, além de poder ser misturado com querosene de aviação convencional. “É consenso que nas próximas décadas não vai haver uma grande mudança tecnológica nos combustíveis para a aviação comercial, como a incorporação de energia solar, células a combustível que funcionam com hidrogênio ou baterias de lítio, por exemplo. Esses equipamentos ocupam muito espaço e são pesados, o que exige maior gasto de combustíveis”, explica o professor Luís Augusto Cortez, vice-reitor de relações internacionais da Unicamp e coordenador do estudo. “Não há como diminuir as emissões apenas com a melhora da eficiência dos motores e por isso estamos incentivando a pesquisa para novos biocombustíveis”, diz Mauro Kern, vice-presidente executivo de engenharia e tecnologia da Embraer. A empresa anunciou em junho a nova linha dos seus jatos, a E2, que começa a voar a partir de 2018 com menos gastos de combustível e diminuição das emissões.
Os exemplos de processos em desenvolvimento no país para produção de bioquerosene renovável mostram que o Brasil busca se firmar na linha de frente no mundo dos biocombustíveis. “O país tem vantagens relevantes e uma situação diferente à do etanol e do biodiesel, cuja aceitação por parte das empresas resultou do incentivo dos programas de governo. Agora é diferente. Existe uma demanda global por parte das companhias de aviação para um combustível que emita menos CO2”, diz o professor Luiz Horta Nogueira, da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), em Minas Gerais, participante do estudo. O trajeto, até caminhões de bioquerosene adentrarem os aeroportos para abastecer os aviões, ainda é longo e depende também da comprovação de quanto cada biocombustível deixa de emitir CO2 e outros poluentes, em comparação ao feito de petróleo. “Ainda temos uma dificuldade em estabelecer e analisar o ciclo de vida das emissões do bioquerosene. Não existem dados confiáveis, conforme diagnosticado em nosso estudo”, diz Cortez.
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