terça-feira, 6 de maio de 2014

Gerenciamento de Ativos: Automação Industrial entregando informações para a Manutenção Industrial

A manutenção industrial cada vez tem que ser mais eficaz na gestão do ciclo de vida dos equipamentos industriais. Para isso, a automação industrial passa a ter papel de destaque cada vez mais importante no âmbito industrial.
Gerenciamento de Ativos: A Automação Industrial entregando informações para a Manutenção Industrial
Com o grande avanço tecnológico da Tecnologia da Informação (TI) e da Tecnologia da Automação (TA), hoje temos equipamentos de instrumentação e controle cada vez mais inteligentes, não só desempenhando suas funções primárias, mas também entregando inteligência ao processo, resultando em tomadas de decisões na manutenção mais pontuais, otimizando recursos, na ponta, reduzindo custos dos ativos.
As tendências em gerenciamento de ativos na automação passam por uma evolução nas aplicações dos sistemas de segurança (SIS) e nas redes sem fio Wireless para automação industrial.
Concluímos que, na competitividade industrial o gerenciamento de ativos é sensível à gestão dos custos, tanto produtivos quanto de manutenção, podendo diferenciar as melhores margens de operações produtivas no setor industrial, entregando vantagem competitiva.

Leia mais em: http://www.automacaoindustrial.info/gerenciamento-de-ativos-automacao-industrial-entregando-informacoes-para-manutencao-industrial/

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Voo verde

Voo verde

A conta já está feita. A aviação comercial deverá reduzir em 50% as emissões de dióxido de carbono (CO2) até 2050 em relação ao que foi emitido pelos motores de aviões em 2005. Para isso, um grande esforço de pesquisa e desenvolvimento está sendo feito em vários países por instituições e empresas no sentido de alcançar um querosene não mais produzido de petróleo, mas de origem renovável, que lance menos gases nocivos na atmosfera. O bioquerosene, como está sendo chamado, tem grandes chances de levar o Brasil a novamente se tornar um centro de referência mundial importante para o desenvolvimento e produção de um biocombustível como foi com o álcool e o biodiesel. Essa tendência está destacada no estudo “Plano de voo para biocombustíveis de aviação no Brasil: plano de ação” apresentado no início de junho, em São Paulo, e patrocinado por duas das três maiores fabricantes de aviões do mundo, a Boeing e a Embraer, com financiamento da FAPESP e coordenação do Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Energético (Nipe) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Também participaram do estudo, desenvolvido ao longo de um ano com a realização de 8 workshops, 33 parceiros, entre empresas nacionais e internacionais, universidades e institutos de pesquisa.
O estudo apresenta várias rotas tecnológicas que podem partir de matérias-primas –como a tradicional cana-de-açúcar até algas, gordura animal, óleos vegetais, material ligno-celulósico, amidos e lixo urbano – e utilizar variadas tecnologias de conversão e refino até a obtenção do bioquerosene. Nessas etapas, indica o estudo, ainda existem muitas lacunas importantes no âmbito tecnológico e de custos a serem preenchidas. São dificuldades técnicas que vão exigir a participação de todos os envolvidos, de fabricantes de aviões a empresas de aviação, desenvolvedores e fornecedores de combustível, além das entidades certificadoras mundiais. Outro fator a ser levado em consideração é o da logística de produção e distribuição do biocombustível para 108 aeroportos nacionais onde pousam as grandes aeronaves, o que representa 1 milhão de voos programados apenas no espaço aéreo brasileiro, além da necessidade de servir aos 62 mil voos internacionais que partem por ano do Brasil, com destino a 58 aeroportos de 35 países. Esses voos para o exterior representam 60% do consumo de querosene para aviação no país.
O bioquerosene para ser qualificado precisa de critérios específicos e rigorosos. É preciso que ele satisfaça as mesmas especificações técnicas do combustível atual para ser considerado drop-in, característica que garante o pronto abastecimento nos motores atuais e naqueles ainda em desenvolvimento, além de poder ser misturado com querosene de aviação convencional. “É consenso que nas próximas décadas não vai haver uma grande mudança tecnológica nos combustíveis para a aviação comercial, como a incorporação de energia solar, células a combustível que funcionam com hidrogênio ou baterias de lítio, por exemplo. Esses equipamentos ocupam muito espaço e são pesados, o que exige maior gasto de combustíveis”, explica o professor Luís Augusto Cortez, vice-reitor de relações internacionais da Unicamp e coordenador do estudo. “Não há como diminuir as emissões apenas com a melhora da eficiência dos motores e por isso estamos incentivando a pesquisa para novos biocombustíveis”, diz Mauro Kern, vice-presidente executivo de engenharia e tecnologia da Embraer. A empresa anunciou em junho a nova linha dos seus jatos, a E2, que começa a voar a partir de 2018 com menos gastos de combustível e diminuição das emissões.
056-060_Bioquerosene_209-2Entre as tecnologias mais avançadas em desenvolvimento no Brasil e que foram citadas durante o anúncio do estudo estão os bioquerosenes da Amyris e o da Solazyme, duas empresas de bioenergia, ambas com origem no estado da Califórnia nos Estados Unidos. As duas fazem parte do grupo de parceiros no estudo coordenado pela FAPESP. A primeira, fundada por pesquisadores da Universidade da Califórnia, em Berkeley, está no Brasil desde 2007. A empresa já produz desde dezembro de 2012, no município de Brotas, no interior paulista, o farneseno, um produto líquido feito a partir do caldo de cana com o uso de linhagens de leveduras Saccharomyces cerevisiaemodificadas geneticamente. Esses microrganismos transformados atuam no processo de fermentação e levam a produção do farneseno, e não do etanol. A partir desse produto é possível, por processos de refino específicos, fabricar tanto o bioquerosene como produtos para a indústria química ou, ainda, o diesel que foi o primeiro alvo da empresa no Brasil (ver Pesquisa FAPESP n° 153), utilizado experimentalmente em algumas frotas de ônibus nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.
056-060_Bioquerosene_209-5Para ser um fornecedor de bioquerosene, as empresas que desenvolvem esse biocombustível precisam receber a aprovação da Sociedade Americana para Testes e Materiais (ASTM, na sigla em inglês). Como parte desse processo, foram realizados voos-teste com no máximo 50% de biocombustível misturado a igual porção de combustível tradicional. Foi o que aconteceu no dia 20 de junho, quando a Amyris, junto com a Total, supriu com bioquerosene um Airbus 321 durante o Paris Air Show. “O combustível usado foi produzido com cana-de-açúcar do Brasil”, diz Velasco. Antes, em junho de 2012, a empresa já havia fornecido bioquerosene para um voo no Rio de Janeiro durante a Conferência Rio+20. Nesse caso, a aeronave foi um jato E195 da Azul Linhas Aéreas, fabricado pela Embraer. Em junho deste ano, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) publicou a especificação brasileira para bioquerosene de aviação, alinhada com os procedimentos internacionais, possibilitando que voos comerciais possam usar o biocombustível no país.
056-060_Bioquerosene_209-3
A Solazyme, no Brasil, firmou uma parceria com a empresa Bunge, produtora de óleos vegetais para o mercado de nutrição e biodiesel, que possui usinas de cana-de-açúcar. Assim, a Solazyme Bunge Produtos Renováveis está construindo uma unidade de produção ao lado de uma usina, no município de Orindiúva, no interior paulista. O óleo primordial é produzido a partir de um processo de fermentação do açúcar existente no caldo de cana por meio das microalgas, cuja espécie a empresa não divulga o nome. “Pelo nosso processo o caldo de cana é transformado em um óleo de alto valor agregado”, diz Walfredo Linhares, diretor da Solazyme no Brasil. Ele informa que a empresa já tem parcerias com a Volkswagen e contrato de fornecimento para a Marinha norte-americana que não quer depender mais exclusivamente dos derivados de petróleo. A produção no Brasil deve começar no final de 2013 e a Solazyme Bunge conta com um investimento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de R$ 246 milhões. A fabricação do bioquerosene no Brasil ainda depende de acertos com alguma outra empresa especializada em refino ou mesmo com a construção de uma unidade própria. Tanto a Solazyme quanto a Amyris podem adaptar as tecnologias próprias para outros tipos de açúcar como a beterraba na Europa, o amido do milho, nos Estados Unidos, e também o bagaço de cana-de-açúcar.

Usina da Amyris, em Brotas (SP)

Os exemplos de processos em desenvolvimento no país para produção de bioquerosene renovável mostram que o Brasil busca se firmar na linha de frente no mundo dos biocombustíveis. “O país tem vantagens relevantes e uma situação diferente à do etanol e do biodiesel, cuja aceitação por parte das empresas resultou do incentivo dos programas de governo. Agora é diferente. Existe uma demanda global por parte das companhias de aviação para um combustível que emita menos CO2”, diz o professor Luiz Horta Nogueira, da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), em Minas Gerais, participante do estudo. O trajeto, até caminhões de bioquerosene adentrarem os aeroportos para abastecer os aviões, ainda é longo e depende também da comprovação de quanto cada biocombustível deixa de emitir CO2 e outros poluentes, em comparação ao feito de petróleo. “Ainda temos uma dificuldade em estabelecer e analisar o ciclo de vida das emissões do bioquerosene. Não existem dados confiáveis, conforme diagnosticado em nosso estudo”, diz Cortez.

Gestão ambiental




sexta-feira, 2 de maio de 2014

Utilidade estudantil que vale apena postar - Como encontrar um estágio em automação industrial?

Onde estão as oportunidades no Brasil?

Quanto à sazonalidade, o Sudeste ainda ocupa o primeiro lugar na quantidade de ofertas de trabalho no mercado de automação industrial, isto devido ao número de grandes empresas que se instalam na região, principalmente por questões de logística.
Indústrias farmacêutica, química, eletrônica e metalúrgica lideram o amplo mercado do Sudeste.
Nos estados do Sul, as oportunidades giram em torno dos grandes parques industriais, com empresas do ramo alimentício, químico e agropecuário, em sua maioria.
Norte e Nordeste acenam com oportunidades crescentes em usinas, refinarias e estaleiros para o setor de automação industrial.

Dicas para encontrar estágio técnico

Independente da quantidade de ofertas de estágio na região onde o futuro técnico ou tecnólogo se encontra, existem algumas dicas que ajudam a encontrar as melhores oportunidades:
Quando procurar um estágio técnico: Quem está cursando graduação deve começar a procura por estágio somente nos dois últimos anos da faculdade. Se o curso for técnico, é melhor buscar oportunidades nos dois últimos períodos.
Sites como o CIEE e o Nube são uma boa opção para procurar estágios.
Escolhendo a empresa: Quando souber de um processo seletivo para estágio, tente conhecer um pouco mais sobre a empresa. Vale buscar informações no site e descobrir se os requisitos da vaga se encaixam no seu perfil. E mais: analise se a oportunidade está de acordo com o curso e com suas expectativas profissionais.
Aqui podemos citar NestléGuaraniGrupo Energisa3MBungeRaízen e Braskem como exemplos de empresas que oferecem programas de estágio.

Oportunidades de estágio na internet

Na era da informação, uma boa saída é buscar vagas nos sites especializados. Há aqueles que cobram mensalidade, mas também muitos outros que divulgam oportunidades gratuitamente, todos os dias.
Hoje, existem diversas opções:
Assinar o feed destes sites ajuda a manter as noticias de vagas de estágio em dia.
Ter uma boa rede de contatos também é fundamental. Manter um perfil atualizado no Linkedin, participar de fóruns do setor e fazer comentários confiáveis e relevantes, que ajudem a outros usuários, também costuma gerar boas oportunidades, ainda que a médio ou longo prazo.

Não deixe de se atualizar sempre!

Se, por algum motivo, o estágio técnico demorar a aparecer, não desanime. Continue mantendo contatos, fazendo cursos online, lendo artigos do setor e participando o mais ativamente possível dos assuntos que se relacionam com o seu ramo. Assim, quando uma nova oportunidade surgir, você estará pronto para participar do processo seletivo.

Continue lendo em: http://www.automacaoindustrial.info/como-encontrar-um-estagio-tecnico-em-automacao-industrial/

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Não Pense Somente No Agora ! Pense No Futuro De Sua Geração No Amanhã, !!

Conceitualmente, a reciclagem é um processo de transformação aplicado a materiais que podem voltar ao estado original, convertendo-se em produtos iguais em todas as suas características, sendo um conceito diferente do de reutilização.
Os resultados da reciclagem são expressivos tanto no campo ambiental, como nos campos econômico e social.



No meio ambiente , tanto a reciclagem, como a reutilização podem reduzir a acumulação progressiva de resíduos, evitando a produção de novos materiais, como por exemplo o papel, que exigiria o corte de mais árvores, com emissões de gases como metano e gás carbônico, consumo de energia, agressões ao solo, ar e água, entre outros tantos fatores negativos.
 Leia Mais em :http://pt.wikipedia.org/wiki/Reciclagem

Avião voa com eletricidade



O voo inaugural do monomotor Elektra One, em 19 de março, foi um momento importante na história recente da aviação. Isso porque, no lugar de utilizar combustível fóssil para mover seu motor, como fazem os milhares de aviões comerciais que cruzam os céus do planeta, a aeronave usa eletricidade. Em seu voo inaugural, o Elektra One decolou do pequeno aeroporto de Augsburgo, na Alemanha, subiu a mais de 500 metros e sobrevoou a região por 30 minutos. Nesse período gastou cerca de 3 kWh de energia, o que representou a metade da carga estocada em suas baterias. A aeronave, desenvolvida por Calin Gologan, dono da empresa PC-Aero, pesa apenas 100 quilos (kg) e tem capacidade para levar outros 200 kg, sendo 100 kg de baterias. A autonomia prevista é de 400 quilômetros. O empresário, que também planeja a construção de hangares dotados de painéis solares para recarregar as baterias, pretende vender o “pacote” formado pelo avião, hangar e fonte de energia por menos de € 100 mil (cerca de R$ 235 mil).

quarta-feira, 30 de abril de 2014



Conceitualmente, a reciclagem é um processo de transformação aplicado a materiais que podem voltar ao estado original, convertendo-se em produtos iguais em todas as suas características, sendo um conceito diferente do de reutilização.
 
Os resultados da reciclagem são expressivos tanto no campo ambiental, como nos campos econômico e social.
No meio ambiente, tanto a reciclagem, como a reutilização podem reduzir a acumulação progressiva de resíduos, evitando a produção de novos materiais, como por exemplo o papel, que exigiria o corte de mais arvores, com emissões de gases como metano e gás carbônico, consumo de energia, agressões ao solo, ar e água, entre outros tantos fatores negativos.


 Leia Mais em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Reciclagem

terça-feira, 29 de abril de 2014

Cidades Verdes São o Futuro Sustentável dos Países

Cidades Verdes
As Cidades Verdes, também conhecidas como Cidades Inteligentes, são aquelas que investem na melhoria de qualidade dos serviços para a população. Esse conceito vai ao encontro dos pilares da sustentabilidade, onde o ambiental, o social e o econômico devem ser preservados para não prejudicar as gerações futuras.

Entenda o Funcionamento das Cidades Verdes

O crescimento desordenado das cidades em todo o mundo trouxe enchentes, poluição, desmatamento, além de desigualdades sociais, desemprego, entre outros problemas. Os projetos de Cidades Verdes procuram diminuir ou acabar com todas essas questões. Para isso, edifícios sustentáveis são construídos e o trânsito é repensado, dando valor para formas de deslocamento não poluentes, como a bicicleta. A coleta de lixo também é repensada, assim como sua reciclagem, tudo em prol da diminuição dos impactos ambientais e do desenvolvimento social e econômico.


segunda-feira, 28 de abril de 2014

Licenciamento Ambiental

Licenciamento Ambiental é uma certificação obrigatória a ser providenciada por qualquer tipo de empreendimento ou atividade (pública, privada ou mista) que seja considerada potencialmente poluidora, degradante ou prejudicial ao meio ambiente.
A obrigatoriedade do certificado se dá pela Lei 6938 de 1981e é expedido pelo IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), por meio da abertura de um processo de solicitação, que pode ser conduzido por órgãos representantes federais, estaduais ou municipais, como Secretarias do Meio Ambiente.
O objetivo da certificação ambiental é compatibilizar o desenvolvimento e as atividades humanas com a proteção do meio ambiente, possibilitando o crescimento sustentável do país.
Além disso, o empreendedor que solicita a abertura do Licenciamento contribui com o desenvolvimento sustentável de sua região, fica regularizado com a lei e passa a contar com alguns benefícios, como condições especiais em empréstimos financeiros e redução de taxas e impostos.
E para conseguir o licenciamento, a pessoa responsável pelo empreendimento deve solicitar a abertura de processo ainda na fase de implantação do projeto.
Leia mais em http://www.ecologiaurbana.com.br/atitudes-sustentaveis/conheca-pouco-licenciamento-ambiental/

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Brasil líder mundial em conhecimento e tecnologia de cana e etanol - A contribuição da FAPESP

O Brasil é o maior produtor de etanol de cana-de-açúcar do mundo e ocupa posição de liderança na tecnologia de sua produção. Os avanços tecnológicos permitem que a produtividade seja destacada e os custos de produção bem inferiores aos dos concorrentes internacionais.
Brasil líder mundial em conhecimento e tecnologia de cana e etanol - A contribuição da FAPESP (livro em pdf)Essa liderança e competitividade deve-se ao longo trabalho de muitos anos feito por pesquisadores em instituições de ensino e pesquisa e em empresas privadas, que resultou em valiosa bagagem de conhecimento e de tecnologia sobre a cana, seus derivados e sobre o processo de fabricação do etanol de cana.
As pesquisas trataram de temas diversos, como o melhoramento genético da planta, combate a pragas, técnicas agrícolas e de colheita, impactos da cultura no meio ambiente, e tecnologias de fabricação do etanol, incluindo-se a hidrólise e fermentação.
Manter a liderança e a competitividade no momento em que o mundo descobre o bioetanol como uma alternativa energética e muitos países investem maciçamente na tecnologia de sua produção, a partir principalmente de celulose, exige mais esforço brasileiro em pesquisa.
A publicação Brasil líder mundial em conhecimento e tecnologia de cana e etanol – A contribuição da FAPESP reúne informações sobre projetos de pesquisa em cana-de-açúcar, etanol e outros produtos industriais apoiados pela FAPESP nos últimos dez anos. 

quinta-feira, 24 de abril de 2014

o primeiro equipamento brasileiro para medir e estudar um dos aspectos menos conhecidos e mais misteriosos da atividade do Sol

Depois de 10 anos de trabalho, está pronto o primeiro equipamento brasileiro para medir e estudar um dos aspectos menos conhecidos e mais misteriosos da atividade do Sol: as radiações emitidas na origem das explosões que ocorrem na estrela na faixa do infravermelho distante, conhecida também como tera-hertz (THz). Trata-se do Solar-T, um telescópio que não forma imagens como seus congêneres ópticos. Ele identifica e mede as radiações emitidas pelos objetos observados. Funciona como um fotômetro ao medir a intensidade dos fótons, que são as partículas associadas às ondas eletromagnéticas, como a luz. A previsão é que o aparelho faça seu primeiro voo sobre a Antártida, a bordo de um balão estratosférico a 40 quilômetros (km) de altitude em conjunto com um experimento da Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos, no verão de 2015, em uma missão com duração de duas semanas.
O aparelho foi desenvolvido, com financiamento de R$ 590 mil da FAPESP, pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, de São Paulo, em colaboração com o Centro de Componentes Semicondutores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A medição das radiações emitidas pelo Sol ocorre na faixa dos tera-hertz do espectro eletromagnético que, entre outras, abrange as ondas de rádio, infravermelho e luz visível. “Não há equipamento igual no mundo até o momento para operar nas frequências de THz, com o objetivo de estudar as explosões solares”, garante o pesquisador da equipe Rogério Marcon, do Laboratório de Difração de Raios X do Instituto de Física da Unicamp e criador do Observatório Solar Bernard Lyot, uma instituição privada de Campinas que participou do projeto Solar-T. “A faixa dos THz é utilizada na medicina e segurança, mas na astrofísica solar é inédita.”
Em 1984, uma descoberta do próprio Kaufmann e equipe aumentou o conhecimento nessa área de pesquisa. “Com um telescópio com maior sensibilidade, do Rádio Observatório de Itapetinga, em Atibaia [no interior paulista], detectamos uma explosão solar com uma radiação com intensidade crescente, até 100 giga-hertz [GHz]”, conta. “Na época, produzimos um artigo científico, publicado em 1985 na revista Nature, no qual propusemos a existência de radiações solares com frequências superiores a 100 GHz. A descoberta teve um tremendo impacto. A partir desse trabalho, corroborado pelo de outros autores, nós começamos a tentar detectar radiações em faixas mais altas.”
Agora, com o Solar-T e o telescópio de solo, o pesquisador pretende ir mais longe. O primeiro é subdividido em dois aparelhos, um para detectar radiação de três THz e o outro de sete THz. Cada um deles é feito de duas partes: o primeiro é o sistema coletor, ou os telescópios propriamente ditos, para captar a radiação solar, e o sistema sensor. Cada telescópio tem configuração óptica tipo Cassegrain com dois espelhos, o principal, côncavo com 7,6 centímetros de diâmetro, e outro convexo, menor, além de filtros especiais para bloquear radiações indesejáveis, como as ondas eletromagnéticas na faixa do infravermelho próximo e no visível, que poderiam superaquecer e até incendiar o equipamento, além de mascarar o fenômeno procurado nas frequências THz. Outros filtros e malhas metálicas delimitam a frequência que se quer detectar, no caso três e sete THz. Embora não formem imagens, os espelhos são necessários para captar e concentrar as radiações eletromagnéticas.
A segunda parte do Solar-T é o sistema sensor, composto por uma Célula de Golay, equipamento fabricado pela empresa Tydex, de São Petersburgo, na Rússia. Trata-se de um detector optoacústico que registra as variações da intensidade da radiação. O Solar-T tem ainda um sistema de aquisição, armazenamento, transmissão e recepção de dados, produzido pelas empresas brasileiras Propertech Tecnologia, de Jacareí, e Neuron, de São José dos Campos, no interior de São Paulo. A primeira também é responsável pela integração de todos os componentes e a montagem final do equipamento.
© LÉO RAMOS
A configuração  do Solar-T será em parte aplicada ao Hats, um telescópio de solo para ser instalado nos Andes chilenos
A configuração do Solar-T será em parte aplicada ao Hats, um telescópio de solo para ser instalado nos Andes chilenos
Os dois telescópios têm duas inovações. A primeira está no espelho maior, que é rugoso. “O objetivo dessa rugosidade é difundir a radiação infravermelha”, explica Kaufmann. “Ela consegue difundir 80% dessa luz. Os outros 20% são suprimidos pelos filtros, com isso eliminamos o infravermelho e a luz visível.” A outra inovação, que foi objeto de um pedido de patente, é um dispositivo que capta qualquer explosão do disco solar. Para isso, é preciso que a imagem do disco completo esteja focada na superfície do sensor. Os dados obtidos do Solar-T são armazenados e enviados para satélites da rede Iridium, que os transmitem para uma estação terrestre e dali, pela internet, para os pesquisadores.
Essas tecnologias usadas nos dois equipamentos vão possibilitar avanços científicos importantes no conhecimento dos mecanismos, principalmente na produção de energia, que estão por trás das explosões solares. Segundo Kaufmann, quase não existiram avanços conceituais nessa área nos últimos 60 anos. “Sabemos tanto hoje quanto quando elas foram descobertas”, diz. “Há vários modelos que tentam explicar o fenômeno, mas nenhum foi confirmado.” Entender o papel da radiação na faixa dos tera-hertz não é mera curiosidade científica. Esses fenômenos, que se repetem com maior intensidade a cada 11 anos mais ou menos, têm implicações diretas no dia a dia da atual civilização. Em 1989, por exemplo, quando ocorreu uma das mais fortes explosões solares de que se tem registro, houve queda da transmissão de eletricidade em alguns países, como no leste do Canadá e costa leste dos Estados Unidos, e na Suécia. Atualmente se sabe que tais eventos podem afetar satélites, sistemas de navegação como GPS e telecomunicações incluindo os celulares. Como consequência, danos em satélites podem ocorrer levando ao mau funcionamento dos sistemas de comunicação e navegação de aviões e navios. Entender o fenômeno é a melhor maneira de prevenir tudo isso.
O Solar-T vai voar num balão estratosférico até 40 km de altitude, para se livrar do manto opaco das radiações em tera-hertz da atmosfera. A equipe de Kaufmann recebeu duas propostas para voar quase sem custos. Na Universidade da Califórnia o Solar-T deve voar com o experimento de raios gama Grips (gamma-ray imager-polarimeter for solar flares), que tem um sistema automático de apontamento e rastreio do Sol. Primeiro seria feito um voo de teste, de um dia no Texas, em setembro deste ano por um grupo de lançamento de balões da Nasa (com 80% de probabilidade de confirmação). O outro convite é para uma missão de 7 a 10 dias sobre a Rússia, em colaboração com o Instituto de Física Lebedev de Moscou. Nesse caso será necessário desenvolver um novo sistema de direcionamento para o Sol, o que exigiria mais recursos.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Efeito estufa de gás de perfluorotributilamina é um novo perigo

Reprodução/Flickr
Os gases que causam efeito estufa vêm preocupando cientistas do mundo inteiro já faz um bom tempo, porém a solução para este enorme problema está difícil de alcançar. Recentemente, foi publicado um estudo na revista Geophysical Research Letters, na qual uma nova substância encabeça a lista de gases com maior capacidade de provocar aquecimento global: a perfluorotributilamina (PFTBA).

Não é só o nome que assusta. Esta substância tem um potencial de aquecimento global 7100 vezes maior que o do dióxido de carbono (CO2) num horizonte de 100 anos, isto é, as moléculas de PFTBA absorvem 7100 vezes mais radiação infravermelha neste período do que o CO2.
Você pode se perguntar: por que então só se fala do CO2 nas discussões de aquecimento global? A resposta está na quantidade de dióxido de carbono na atmosfera, que supera quase todos os outros gases, tornando-o assim, o segundo maior agente do efeito estufa (em primeiro está o vapor de água). Para completar, a queima de combustíveis fósseis responsável pela liberação excessiva dessa molécula ainda é o maior problema, segundo ambientalistas.
O PFTBA, apesar de não existir em quantidades tão grandes, preocupa pelo seu potencial, ainda mais quando os juntamos com gases de efeitos até mais devastadores (veja a lista no site daCETESB). Além disso, sua produção é feita desde o século XX, derivada de indústrias elétricas, mas até esse ano seus efeitos poluentes ainda não haviam sido estudados.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Engenharia com Sustentabilidade




A ciência e a tecnologia são grandes aliadas, se não forem as maiores, nessa cruzada contra as ameaças ecológicas. Nos últimos séculos e com a chegada da modernidade, o planeta passou por diversas revoluções industriais e tecnológicas. Alterando consideravelmente o panorama econômico e social, ocasionando o desenvolvimento do capitalismo e criando uma nova mentalidade em relação a trabalho, matéria-prima e indivíduo, essas revoluções impactaram também no meio-ambiente.

Os cientistas e pesquisadores estão indo além, desenvolvendo novas alternativas que variam desde computadores biodegradáveis, carros recicláveis e celulares econômicos até medidas consideradas gigantescas. Por incrível que pareça, fala-se até mesmo na utilização da lua como captadora de energia solar e na criação de nuvens que barrem o aquecimento global.
Até lá grandes e pequenas ações são necessárias para cada vez mais diminuir os problemas ambientais. Abaixo um bom exemplo de empresa com consciência ambiental.


sábado, 19 de abril de 2014

Emissão desequilibrada Floresta amazônica pode estar enviando mais CO2 à atmosfera durante período de seca

A cada duas semanas, de 2010 a 2011, a química Luciana Vanni Gatti, do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN), sobrevoou a floresta Amazônica colhendo amostras de ar, que eram armazenadas em frascos de vidro. No Laboratório de Química Atmosférica do IPEN, ao analisar os índices de concentração de dióxido de carbono (CO2) e monóxido de carbono (CO), ela verificou que as medidas refletiam a resultante de todos os processos de emissão e absorção de CO e CO2 que tinham ocorrido desde o oceano Atlântico até os locais em que colheu as amostras. Com essas informações, Luciana, junto de seus colaboradores, pôde medir a reação dos estoques de carbono da floresta à seca em diferentes áreas, concluindo que durante os períodos de seca a floresta pode estar liberando mais CO2 para a atmosfera do que absorvendo. A constatação não é das melhores. Caso essa tendência se mantenha, a região pode se tornar uma fonte de emissão de CO2, acelerando e intensificando o aquecimento global.
Há anos pesquisadores têm-se esforçado em medir o balanço de carbono na Amazônia com o objetivo de entender como as mudanças climáticas podem influenciar o equilíbrio dos processos que enviam (como as queimadas) e absorvem (fotossíntese) CO2 da atmosfera. Agora, num estudo publicado na edição desta quinta-feira da revistaNature, o grupo internacional de pesquisadores, sob coordenação de Luciana e também de Emanuel Gloor, da Universidade de Leeds, na Inglaterra, e John Miller, da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, conseguiram obter uma amostra representativa do balanço de carbono de toda a bacia amazônica ao coletarem amostras de ar em quatros áreas distintas, nas regiões de Santarém, no Pará, Rio Branco, no Acre, Tabatinga, no Amazonas, e de Alta Floresta, no Mato Grosso.

A região densamente florestada da bacia amazônica.
Segundo eles, os locais refletem o modo como o fluxo de ar se espalha pela bacia, entrando pelo oceano Atlântico e se deslocando para outras localidades, mais no interior da floresta. Trata-se também de uma amostra representativa de toda a bacia amazônica. Diferentemente de estudos com torres no meio da floresta, equipadas com instrumentos que realizam medições constantemente do fluxo de gases na atmosfera — algumas chegam aos 50 metros de altura, acima da copa das árvores —, os sobrevoos em diferentes áreas podem fornecer dados mais amplos (ver Pesquisa FAPESP nº 72). “Estudos com base em amostras coletadas em torres têm uma representatividade mais local, pois o alcance de cada torre é de um raio de cerca de 10 quilômetros”, explica Luciana.
A quantidade de chuvas anuais foi o fator determinante para o balanço de carbono retido e liberado na atmosfera pela Amazônia, comenta a pesquisadora. Em 2011, ano bastante úmido, a floresta absorveu quase todo o carbono que foi emitido para a atmosfera: 250 milhões de toneladas de carbono, enquanto que as queimadas lançaram 300 milhões de toneladas de carbono. Com isso, a floresta compensou quase toda a emissão das queimadas em 2011. Já em 2010, ano em que a floresta experimentou uma seca extrema, a queima de biomassa aumentou significativamente, assim como a quantidade de CO2 lançado de volta para a atmosfera.
Luciana explica que em 2010 as chuvas previstas para os meses de fevereiro e março foram aquém do esperado. “Significa que a floresta não conseguiu armazenar água suficiente para enfrentar a época de seca”, diz. Assim, durante o período de seca as plantas sofreram um estresse hídrico acima do normal, com baixo estoque de água no solo — fundamental, por exemplo, para o processo de evapotranspiração, uma das fases do ciclo d’água. Com a vegetação mais seca, aumentou também a incidência de queimadas. O resultado foi que a queima de biomassa em 2010 liberou quase dois terços mais carbono na atmosfera do que em 2011, ano mais úmido.

A quantidade de chuvas anuais foi o fator determinante para o balanço de carbono retido e liberado na atmosfera pela Amazônia
A queima de biomassa na Amazônia tem aumentado também por causa do manejo inadequado do fogo em áreas de cultivo. “Muitos agricultores acabam perdendo o controle do fogo ao usá-lo de forma inadequada. Com a vegetação seca, esse risco aumenta”, conta Luciana. As queimadas são uma das principais fontes de emissão de CO2 na região. Esse problema foi agravado em 2010 na Amazônia, já que neste ano houve um número maior de focos de queimadas. Desde 1999 a região tem sofrido períodos de seca com intervalos cada vez menores, favorecendo a ocorrência de incêndios na floresta. “O que temos visto são anos atípicos, com variações climáticas extremas”, diz. A pesquisadora defende, por isso, um monitoramento contínuo do balanço de carbono na Amazônia a fim de se estabelecer uma média do quão sensível são os ecossistemas amazônicos em relação às mudanças climáticas. Segundo Luciana, será necessário um esforço de pelo menos 10 anos para entender completamente o futuro do balanço de carbono da região.
Outro estudo publicado no mesmo dia na versão on-line da Nature sustenta o trabalho de Luciana. Nele, um grupo de pesquisadores, liderados por Douglas Morton, do Goddard Space Flight Center da NASA, a agência espacial norte-americana, relata que os dados coletados a partir de observações via satélite sobre a capacidade da floresta amazônica de produzir novas plantas durante os períodos de seca podem ter sido mal interpretados por conta de uma ilusão de ótica. Segundo eles, o aumento das manchas verdes observadas sobre a copa das árvores pelos satélites parecia sugerir que a floresta respondia bem aos períodos de seca. Por meio de modelos de transferência radioativa, sensores óticos e análises independente de imagens de satélite, eles verificaram que o aparente crescimento das folhas sobre a copa das árvores, na verdade, é um efeito causado por mudanças na forma como a luz infravermelha é refletida pela copa da floresta. Os resultados sustentam, assim, que a disponibilidade de água, em vez de luz, é o principal fator a limitar a produtividade vegetal na floresta amazônica.
O grupo de Luciana já coletou as amostras relativas a 2012 e 2013, mas ainda não concluíram as análises. Por enquanto, as estimativas envolvendo o equilíbrio de carbono em toda a bacia durante um ano muito seco (2010) e outro muito úmido (2011) já ajudam a indicar que mudanças esperar.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Sustentabilidade Ambiental

 Vamos preservar junto o nosso planeta 



Sustentabilidade é um termo usado para definir ações e atividades humanas que visam suprir as necessidades atuais dos seres humanos, sem comprometer o futuro das próximas gerações.Exploração dos recursos vegetais de florestas e matas de forma controlada, garantindo o replantio sempre que necessário. 
Preservação total de áreas verdes não destinadas a exploração econômica.
Ações que visem o incentivo a produção e consumo de alimentos orgânicos, pois estes não agridem a natureza além de serem benéficos à saúde dos seres humanos;
Exploração dos recursos minerais (petróleo, carvão, minérios) de forma controlada, racionalizada e com planejamento.
Uso de fontes de energia limpas e renováveis (eólica, geotérmica e hidráulica) para diminuir o consumo de combustíveis fósseis. Esta ação, além de preservar as reservas de recursos minerais, visa diminuir a poluição do ar.
sustentabilidade ambiental 300x238 Sustentabilidade Ambiental   Desenvolvimento e Proteção

veja mais em www.atitudessustentaveis.com.br

quinta-feira, 17 de abril de 2014

civilização do lixo.

A Civilização do Lixo e Ecologia Urbana

Estudos indicam que em todo o planeta são produzidos aproximadamente 35 bilhões de toneladas de lixo anualmente. O problema é imensurável e já é considerado catastrófico.
Os municípios coletam em media 1,5 bilhões de toneladas de refugos. Essa quantidade supera a produção mundial de aço que é algo próximo a 01 bilhão de toneladas. Eles também dispensam em torno de 02 bilhões de toneladas de dejetos, o que é 20% superior a produção mundial de cereais.
Esses números retratam bem a crise sócia ambiental criada pela sociedade contemporânea que passou a ser conhecida como a civilização do lixo.
O conceito civilização do lixo surgiu na década de 60 nos países industrializados. Na época pequenos grupos agiam isoladamente e suas ações eram ignoradas pela mídia e pelos governantes.
A grande produção de dejetos fez com surgissem os métodos de reciclagem e também a criação de produtos biodegradáveis. A adoção das seguintes normas: repensar, reduzir, reutilizar e reciclar, na ordem estabelecida é a fórmula ideal para mitigar os danos causados ao meio ambiente.
Repensar significa encontrar meios de reduzir o descarte de dejetos, aplicando técnicas de reciclagem. Reduzir é controlar e também evitar o consumismo desnecessário. Reutilizar ou reaproveitar objetos de forma racional evitando que os mesmos sejam dispensados. Reciclar todo o tipo de matéria que possa ser reutilizável. Logo, o conjunto dessas ações tende a minimizar o impacto ambiental gerando o desenvolvimento sustentável.
Ao longo dos anos a conscientização popular fortaleceu os movimentos ambientalistas que passaram a pressionar os governantes reivindicando a criação de normas e leis que visavam à proteção e a preservação ambiental.
E com a aceleração do desenvolvimento urbano e o aumento na produção de bens de consumo surge um novo conceito a ecologia urbana. A ideia básica é que não basta preservar matas e rios, mas também é necessário adotar medidas, que visam melhorar a qualidade de vida da chamada civilização urbana.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Biodiversidade Aquática

Biodiversidade Aquática ... é um termo abrangente que considera tanto o conjunto dos ecossistemas aquáticos continentais, costeiros e marinhos como os seres vivos que vivem ou passam parte de seu ciclo biológico nestes ambientes. Parte destes organismos vivos, como peixes, moluscos, crustáceos e algas é considerado como " recurso pesqueiro" uma vez em  que são alvo da atividade pesqueira.
A água é a base da vida conferindo um valor intrínseco aos ambientes aquáticos. Assim, as diretrizes, ações e políticas devem ser transversais não apenas geograficamente , mas setorialmente.

Dentre as ações em execução, destacam-se aquelas de coordenação da implementação da Convenção de Zonas Úmidas de Importância Internacional - Convenção de Ramsar ; as de conservação de alguns ecossistemas considerados como berçários e também com alta produtividade da zona costeira e marinha, tais como os recifes de coral e os manguezais; as ações integradas de conservação e uso sustentável dos recursos pesqueiros, além do desenvolvimento da vertente ambiental do Programa Antártico Brasileiro.

http://www.mma.gov.br/biodiversidade/biodiversidade-aquatica

terça-feira, 15 de abril de 2014

Mortes por poluição


Nos Estados Unidos acontecem cerca de 200 mil mortes por ano em decorrência da emissão de poluentes de fontes de combustão como chaminés industriais, escapamento de veículos e geração de energia elétrica com carvão. A conclusão é de um estudo a ser publicado na edição de novembro da revista Atmospheric Environment realizado por pesquisadores do Laboratório para Aviação e Meio Ambiente do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). São mortes relacionadas a doenças cardiopulmonares, câncer de pulmão e outras enfermidades respiratórias. Os pesquisadores, liderados pelo professor Steven Barrett, indicam que a maior fonte de poluentes de material particulado fino, com diâmetro menor que 2,5 micrômetros, é o transporte rodoviário, responsável por 53 mil mortes, seguida da produção de energia com carvão, com 52 mil mortes. Com os dados do Inventário Nacional de Emissões da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, que mapeia as fontes de emissão, eles concluíram que o estado da Califórnia é o mais problemático, com 21 mil mortes por ano, tendo como causas o transporte rodoviário e o aquecimento residencial e comercial. Para Barrett, em comunicado do MIT, “nos últimos 10 anos, as evidências ligando a exposição da poluição atmosférica ao risco de morte prematura estão solidificadas e ganharam força científica e política”.

Meio Ambiente

 energia eólica -
 produzida a partir da força dos ventos - é abundante, renovável, limpa e disponível em muitos lugares. Essa energia é gerada por meio de aerogeradores, nas quais a força do vento é captada por hélices ligadas a uma turbina que aciona um gerador elétrico. A quantidade de energia transferida é função da densidade do ar, da área coberta pela rotação das pás (hélices) e da velocidade do vento.
A avaliação técnica do potencial eólico exige um conhecimento detalhado do comportamento dos ventos. Os dados relativos a esse comportamento - que auxiliam na determinação do potencial eólico de uma região - são relativos à intensidade da velocidade e à direção do vento. Para obter esses dados, é necessário também analisar os fatores que influenciam o regime dos ventos na localidade do empreendimento. Entre eles pode-se citar o relevo, a rugosidade do solo e outros obstáculos distribuídos ao longo da região.
Para que a energia eólica seja considerada tecnicamente aproveitável, é necessário que sua densidade seja maior ou igual a 500 W/m 2, a uma altura de 50 metros, o que requer uma velocidade mínima do vento de 7 a 8 m/s (GRUBB; MEYER, 1993). Segundo a Organização Mundial de Meteorologia, o vento apresenta velocidade média igual ou superior a 7 m/s, a uma altura de 50 m, em apenas 13% da superfície terrestre. Essa proporção varia muito entre regiões e continentes, chegando a 32% na Europa Ocidental.
vema mais em www.mma.gov.br/clima/energia/energias-renovaveis/energia-eolica