sexta-feira, 4 de abril de 2014

Iluminação Econômica

A grande maioria dos brasileiros não vê a chegada da conta de energia elétrica como um dos momentos mais favoritos do mês, pois, geralmente, é uma surpresa bastante desagradável. Orçamentos apertados ficam ainda mais complicados para se gerenciar em épocas de frio, onde o chuveiro gasta mais energia do que o costume, fazendo com que a cobrança fique ainda maior.
Uma forma bastante adequada de ter uma economia de energia é a utilização das lâmpadas fluorescentes. A sua economia vem do simples fato que este tipo de lâmpada converte a energia elétrica mais em luz do que calor, ao contrário dos produtos convencionais, de filamento. Desta forma, atinge eficiência maior, durando mais tempo do que as lâmpadas convencionais e propiciando uma iluminação de melhor qualidade.
Um problema relacionado a este produto é garantir a sustentabilidade em casa. Como utilizam de gás e, em alguns casos, mercúrio, após sua utilização deve ser descartada adequadamente para que não agrida o ambiente e cause efeitos nocivos aos seres vivos. Este efeito deve ser levado em conta ainda mais por empresas, que por seu consumo em larga escala, podem agredir de forma mais grave o ambiente.
Desta forma, vê-se que o uso de lâmpadas fluorescentes causa redução de consumo de energia, chegando a ser quatro vezes mais eficiente que os produtos de filamento. Entretanto, esta economia tem um preço ao ambiente, que deve ser levado em conta pelo consumidor, a fim de que seu consumo não cause um prejuízo ambiental.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Residência Sustentável



    




   Apesar do desenvolvimento de forma sustentável ser visto por alguns como um aumento e despesas e  mais preocupações no controle de processos, nota-se um mudança, mesmo que lenta, da visão de empresários.


    Prova disso são os projetos que estão sendo desenvolvidos para tentar maximizar o aproveitamento dos recurso utilizados, até em residências. A automação industrial oferece uma série de benefícios para o homem e para o meio ambiente. É possível fazer o uso de formas renováveis de energia, reaproveitamento da água, além de proporciona maior conforto e segurança aos moradores.


    Algumas empresas estão especializando-se nesta área, o que demonstra o quanto pode-se investir nesse âmbito da automação. Há um livro chamado: “Residência Sustentável: os Desafios de uma Reforma”, do Grupo SustentaX, escrito pela jornalista Nanci Corbioli e editado pela J.J. Carol, que conta a história da reforma de um apartamento sustentável em São Paulo, demonstrando como pode-se unir sustentabilidade, conforto e modernidade em um ambiente residencial.



 Abaixo  há um video que exemplifica uma destas residências.



quarta-feira, 2 de abril de 2014

O novo espaço para a Automação

As tecnologias de automação repercutem profundamente sobre o desenvolvimento industrial, passando o crescimento econômico a ser cada vez mais determinado pelo progresso tecnológico. Ao se conceber uma solução em automação, desenha-se uma arquitetura que irá determinar o sucesso em termos de alcançar alguns objetivos como desempenho, modularidade, expansibilidade, etc.

Acompanhamos atualmente o desenvolvimento de um novo segmento da automação, preocupado com o meio ambiente, onde os parâmetros de desempenho dos sistemas que dão suporte e/ou asseguram o conforto ambiental, aliados aos aspectos de gestão unificada e o funcionamento das infra-estruturas de serviços demonstram preocupação com a questão ambiental e representam as novas premissas de sucesso destes sistemas.

Um movimento abrangendo a integração de novos processos e tecnologia de ponta faz surgir novas técnicas de automação que podem resultar em sistemas mais eficientes e que irão refletir na melhoria da qualidade do meio ambiente. Essa integração converge para o alinhamento de interesses do negócio e interesses ambientais ressaltando em um ponto importante: os negócios proporcionados pela automação agora são bons negócios.

Integrar modernos sistemas de monitoração e gerenciamento ambiental aos processos existentes torna-se a chave e a ênfase na abordagem que vem permitindo às empresas produtividade e lucratividade crescente através da economia de energia, matérias primas, mão-de-obra e com a própria redução do custo ambiental ligado a sua atividade.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Sustentabilidade empresarial




    Sustentabilidade empresarial é definida como uma forma de agir de modo a respeitar o meio ambiente e a sociedade. Para uma empresa considerar-se sustentável, precisa adotar práticas que garantam seu desenvolvimento econômico, mas não agrida o planeta.

    A fim de enaltecer as atitudes comprovadamente sustentáveis a BOVESPA (Bolsa de Valores de São Paulo) criou o ISE (Índice de Desenvolvimento Sustentável). Funciona como uma ferramenta comparativa das empresas que tem ações na bolsa de valores, assim os investidores podem optar por aplicar seus recursos em empresas que tenham comprometimento social e ambiental, transformado sustentabilidade em marketing e agindo na capacidade da empresa de atrair capital para sua base de investimentos.

    Não são todas as empresas que comprometem-se satisfatoriamente com a sustentabilidade. Esta prática costuma ser vista como um ampliador de custos nos processos industriais e nos preços de revenda. Felizmente, esta resistência empresarial está diminuindo, mas para que as empresas adotem de vez os conceitos de sustentabilidade o consumidor pode ter uma importante função, tem o poder de escolher de quem comprar, e fazer as empresas entenderem que já não há mais espaço para a metodologia do “lucro pelo lucro”.





Referências

http://www.sustentabilidade.sebrae.com.br/Sustentabilidade/Cartilhas/Tend%C3%AAncias-de-sustentabilidade-para-os-pequenos-neg%C3%B3cios

http://www.atitudessustentaveis.com.br/sustentabilidade/voce-sabe-sustentabilidade-empresarial/ 

http://www.bmfbovespa.com.br/indices/ResumoIndice.aspx?Indice=ISE&idioma=pt-br


Links Interesantes http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/as-10-praticas-de-rse-que-os-consumidores-mais-valorizam#3

http://www.sustentabilidade.sebrae.com.br/Sustentabilidade/Cartilhas/Como-ganhar-mais-adotando-pr%C3%A1ticas-sustent%C3%A1veis%3F# 






segunda-feira, 31 de março de 2014

Sustentabilidade em alta



Sustentabilidade é o relacionamento saudável entre crescimento econômico,  a sociedade em si e a preservação ambiental.

É saber desfrutar sem prejudicar o meio ambiente. Ser sustentável é usar somente o necessário, conquistar um ponto de equilíbrio tanto para as pessoas como para o ambiente.

Viver ecologicamente correto, para algumas pessoas, é muito difícil. Mas inverter toda a situação, ou seja, restaurar tudo o que foi danificado, é mais ainda. Por isso que os profissionais que irão/estão se formando e os que estão na área de trabalho, principalmente nas áreas de engenharia, estão mudando sua visão  em relação a isso, por terem consciência de que os recursos naturais são finitos.
Para incentivar o crescimento econômico  na área de distribuição elétrica ou na área de telecomunicações, com consciência, foram desenvolvidos projetos de energia renovável, aquela que é obtida de fontes naturais capazes de se regenerar, e portanto virtualmente inesgotáveis; como:
  1. O Sol: energia solar
  2. O vento: energia eólica
  3. Os rios e correntes de água doce: energia hidráulica
  4. Os mares e oceanos: energia energia maremotriz
  5. As ondas: energia das ondas
  6. A matéria orgânica: biomassa, biocombustível
  7. O calor da Terra: energia geotérmica
  8. Água salobra: energia azul

sexta-feira, 28 de março de 2014

Agora feito no Brasil Primeiro stent produzido no país para corrigir estreitamento em artérias ganha mercado





Cerca de 800 brasileiros já levam no peito o primeiro stent totalmente concebido e fabricado no país. O dispositivo metálico, usado para tratar pacientes cardíacos com estreitamento das artérias do coração, foi desenvolvido pela empresa Innovatech Medical, abrigada no Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), em São Paulo. Stents são pequenos cilindros de telas metálicas, acompanhados de um balão, colocados em artérias do coração ou em vasos periféricos de outros locais do corpo parcialmente obstruídos por placas de gordura ou cálcio. Ao inflar o balão, o stent se expande, fazendo com que o sangue volte a fluir normalmente, evitando enfartes ou operações cirúrgicas de grande porte, como a colocação de pontes de safena.
Por meio de um procedimento chamado de angioplastia, que desobstrui a artéria, o conjunto é geralmente introduzido por meio de uma incisão na virilha do paciente até o local da lesão onde o stent será implantado. Uma corda guia, de 0,35 mm de espessura, é usada para orientar o deslocamento do balão. Quando chega ao local da lesão, o balão é inflado, esmagando as placas que causaram o entupimento e expandindo ostent, que se cola na parede interna da artéria, impedindo que ela se feche. Em seguida, o balão é desinflado e retirado do corpo do paciente junto com o cateter e a corda guia. Esse procedimento é realizado cerca de 100 mil vezes no Brasil por ano para implantação de stents coronários. Até o final de 2009, quando o Cronus entrou no mercado, todos os dispositivos utilizados eram importados, porque não havia tecnologia e fabricante no país. A empresa precisou de seis anos para pesquisar, desenvolver e iniciar a produção em escala industrial. Além de abastecer o mercado interno, há planos de exportar o produto. “Já recebemos pedidos de empresas espanholas e italianas que distribuem insumos médicos para hospitais”, afirma o físico Spero Morato, sócio-diretor da Innovatech.
Versão farmacológica
O Cronus é fabricado a partir de finos tubos de cromo e cobalto. É uma liga metálica considerada ideal para a produção do dispositivo por apresentar maior resistência mecânica, possibilitando a confecção de hastes mais finas do que as dos stents de aço inoxidável. A Innovatech oferece aos médicos uma família de stents com seis comprimentos (9 mm, 13 mm, 16 mm, 19 mm, 23 mm e 26 mm) e três diâmetros distintos (2,5 mm, 3 mm e 3,5 mm). O desenho do Cronus é de anéis conjugados, com hastes de 75 mícrons de espessura. “Suas características estruturais, com hastes de fina espessura e geometria única, parecem ser bastante adequadas para utilização como plataforma em stents farmacológicos”, destacaram os cardiologistas Daniel Chamié e Alexandre Abizaid, no artigo “Stent Cronus: chegou o momento de adotarmos um stentnacional?”, divulgado na edição de julho de 2009 da Revista Brasileira de Cardiologia Invasiva, publicação oficial da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista. Stents farmacológicos são recobertos por drogas que previnem a proliferação do tecido da cicatriz da parede da artéria onde foi implantado, o que causaria uma nova obstrução do vaso. “[O Cronus] apresenta potencial de gerar baixo grau de injúria à parede do vaso e permitir distribuição homogênea do fármaco. A comprovação de boa flexibilidade e navegabilidade desse dispositivo pode permitir, ainda, sua utilização em vasos com anatomia mais complexa”, escreveram os especialistas, que clinicam no Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo.


“O stent farmacológico está em fase de testes clínicos no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (InCor) e já foi implantado experimentalmente em 40 pacientes”, afirma Melchiades Cunha Neto, dono da  Scitech e sócio de Morato na Innovatech – cada um tem 50% das cotas da empresa. “Nossa expectativa é de que, até o final deste ano, iremos obter a autorização da Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária], para iniciar a comercialização.” Além de fazer a montagem final do dispositivo e deixá-lo pronto para uso, a Scitech, vencedora do Prêmio Finep de Inovação Nacional na categoria média empresa, em 2008, também é responsável pelo revestimento polimérico para impregnação de drogas antirreestenose no stent da Innovatech, que impedem novo estreitamento da artéria.
A capacidade atual de produção do Cronus é de 600 peças por mês, mas a meta é chegar a 15 mil unidades por ano e, assim, conquistar 15% do mercado nacional. Esse objetivo será atingido com a ampliação da capacidade produtiva da Innovatech, com a aquisição de novos equipamentos. Para montar a estrutura atual, os sócios investiram US$ 200 mil do próprio bolso na compra de equipamentos importados, entre eles a máquina que faz o corte a laser. Também conseguiram recursos por meio de dois projetos de Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (Pipe) da FAPESP, no valor total de R$ 610 mil, e de um projeto de Subvenção Econômica da Finep, do Ministério da Ciência e Tecnologia, da ordem de R$ 530 mil. Em função da limitação espacial das instalações da Innovatech no Cietec – ela está acomodada em um conjunto de apenas 50 metros quadrados –, Morato e Cunha planejam transferir a empresa para Goiânia no próximo ano. “Dessa forma ficaremos mais perto da linha de produção da nossa parceira, a Scitech, o que deverá reduzir os custos de produção”, afirma Morato. “Vamos deixar no Cietec apenas uma unidade de pesquisa e desenvolvimento para testar novos desenhos, tamanhos e ligas metálicas.”
Produção minuciosa
O processo produtivo do Cronus é minucioso e dividido em várias etapas. Tudo começa com o corte a laser do tubo metálico feito da liga de cromo e cobalto para formação da malha característica do stent. Esse tubo, de 1,6 mm ou 1,8 mm de diâmetro, é submetido a um feixe de laser controlado por um equipamento dotado da técnica conhecida como Comando Numérico Computadorizado (CNC), que faz a usinagem controlada da peça metálica de acordo com um molde digital. Essa máquina gera um movimento circular e de translação do tubo, conferindo o formato final do stent, similar a uma mola. Ao sair do aparelho, a peça, já com sua aparência definitiva, passa por uma decapagem para retirada da oxidação superficial surgida durante o corte a laser. A decapagem é executada por meio de um banho ácido. Em seguida, o stent sofre um tratamento térmico de alto vácuo para alívio das tensões e ajuste do tamanho dos grãos da liga. Com isso, ele adquire características mecânicas apropriadas, como flexibilidade e expansibilidade. A eficácia do tratamento térmico é verificada com auxílio de microscopia eletrônica, que possibilita a análise da morfologia e estrutura dostent.

O início do desenvolvimento do Cronus ficou a cargo da LaserTools, empresa criada em 1998, que também pertence a Morato e mais um sócio, especializada no processamento de materiais por meio de lasers. Para levar o projeto do
 stent à frente, eles criaram a Innovatech em 2004 em parceria com o InCor. Os pesquisadores da instituição ficaram responsáveis pela realização de testes em animais de experimentação (coelhos e porcos) e ensaios clínicos em humanos para comprovar a segurança e eficácia do dispositivo. Primeiro, os stentsforam implantados em artérias de coelhos com calibre similar a uma coronária humana e retirados após 30 dias para avaliação. O passo seguinte foi a colocação dosstents em porcos, que ficaram com o dispositivo implantado por seis meses. “Estudos comparativos feitos pela equipe do InCor entre os stents Cronus e os modelos importados mostraram que os nossos foram mais eficazes”, diz Morato.A etapa posterior consiste de um eletropolimento ou polimento eletroquímico com a finalidade de executar um ajuste dimensional das hastes que formam a malha do stent e deixar a superfície polida. Uma rigorosa inspeção é realizada ao final de cada etapa, bem como ao término do processo. Com auxílio de um aparelho que amplia em dezenas de vezes o tamanho do stent, os técnicos da Innovatech promovem uma avaliação dimensional de cada peça certificando-se que estão no tamanho desejado. Finalmente, o stent é esterilizado e enviado para a Scitech, em Goiânia, para finalização da montagem do cateter-balão. Em seguida, está pronto para ser implantado ou recoberto por uma camada do fármaco antirreestenose.