As tecnologias de automação repercutem profundamente sobre o desenvolvimento industrial, passando o crescimento econômico a ser cada vez mais determinado pelo progresso tecnológico. Ao se conceber uma solução em automação, desenha-se uma arquitetura que irá determinar o sucesso em termos de alcançar alguns objetivos como desempenho, modularidade, expansibilidade, etc.
Acompanhamos atualmente o desenvolvimento de um novo segmento da automação, preocupado com o meio ambiente, onde os parâmetros de desempenho dos sistemas que dão suporte e/ou asseguram o conforto ambiental, aliados aos aspectos de gestão unificada e o funcionamento das infra-estruturas de serviços demonstram preocupação com a questão ambiental e representam as novas premissas de sucesso destes sistemas.
Um movimento abrangendo a integração de novos processos e tecnologia de ponta faz surgir novas técnicas de automação que podem resultar em sistemas mais eficientes e que irão refletir na melhoria da qualidade do meio ambiente. Essa integração converge para o alinhamento de interesses do negócio e interesses ambientais ressaltando em um ponto importante: os negócios proporcionados pela automação agora são bons negócios.
Integrar modernos sistemas de monitoração e gerenciamento ambiental aos processos existentes torna-se a chave e a ênfase na abordagem que vem permitindo às empresas produtividade e lucratividade crescente através da economia de energia, matérias primas, mão-de-obra e com a própria redução do custo ambiental ligado a sua atividade.
"Blog experimental da disciplina Metodologia Científica, ministrada pela professora Lívia Cristina Guimaraes, do curso de Engenharia de Controle e Automação da Faculdade Pitagoras-Betim- 2014-1"
quarta-feira, 2 de abril de 2014
terça-feira, 1 de abril de 2014
Sustentabilidade empresarial
Sustentabilidade empresarial é definida como uma forma de
agir de modo a respeitar o meio ambiente e a sociedade. Para uma empresa
considerar-se sustentável, precisa adotar práticas que garantam seu
desenvolvimento econômico, mas não agrida o planeta.
A fim de enaltecer as atitudes comprovadamente sustentáveis a
BOVESPA (Bolsa de Valores de São Paulo) criou o ISE (Índice de Desenvolvimento Sustentável).
Funciona como uma ferramenta comparativa das empresas que tem ações na bolsa de
valores, assim os investidores podem optar por aplicar seus recursos em
empresas que tenham comprometimento social e ambiental, transformado
sustentabilidade em marketing e agindo na capacidade da empresa de atrair
capital para sua base de investimentos.
Não são todas as empresas que comprometem-se satisfatoriamente
com a sustentabilidade. Esta prática costuma ser vista como um ampliador de
custos nos processos industriais e nos preços de revenda. Felizmente, esta
resistência empresarial está diminuindo, mas para que as empresas adotem de vez
os conceitos de sustentabilidade o consumidor pode ter uma importante função,
tem o poder de escolher de quem comprar, e fazer as empresas entenderem que já
não há mais espaço para a metodologia do “lucro pelo lucro”.
Referências
http://www.sustentabilidade.sebrae.com.br/Sustentabilidade/Cartilhas/Tend%C3%AAncias-de-sustentabilidade-para-os-pequenos-neg%C3%B3cios
http://www.atitudessustentaveis.com.br/sustentabilidade/voce-sabe-sustentabilidade-empresarial/
http://www.bmfbovespa.com.br/indices/ResumoIndice.aspx?Indice=ISE&idioma=pt-br
Links Interesantes http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/as-10-praticas-de-rse-que-os-consumidores-mais-valorizam#3
http://www.sustentabilidade.sebrae.com.br/Sustentabilidade/Cartilhas/Como-ganhar-mais-adotando-pr%C3%A1ticas-sustent%C3%A1veis%3F#
segunda-feira, 31 de março de 2014
Sustentabilidade em alta
Sustentabilidade é o relacionamento saudável entre crescimento econômico, a sociedade em si e a preservação ambiental.
É saber desfrutar sem prejudicar o meio ambiente. Ser sustentável é usar somente o necessário, conquistar um ponto de equilíbrio tanto para as pessoas como para o ambiente.
Viver ecologicamente correto, para algumas pessoas, é muito difícil. Mas inverter toda a situação, ou seja, restaurar tudo o que foi danificado, é mais ainda. Por isso que os profissionais que irão/estão se formando e os que estão na área de trabalho, principalmente nas áreas de engenharia, estão mudando sua visão em relação a isso, por terem consciência de que os recursos naturais são finitos.
Para incentivar o crescimento econômico na área de distribuição elétrica ou na área de telecomunicações, com consciência, foram desenvolvidos projetos de energia renovável, aquela que é obtida de fontes naturais capazes de se regenerar, e portanto virtualmente inesgotáveis; como:
- O Sol: energia solar
- O vento: energia eólica
- Os rios e correntes de água doce: energia hidráulica
- Os mares e oceanos: energia energia maremotriz
- As ondas: energia das ondas
- A matéria orgânica: biomassa, biocombustível
- O calor da Terra: energia geotérmica
- Água salobra: energia azul
sexta-feira, 28 de março de 2014
Agora feito no Brasil Primeiro stent produzido no país para corrigir estreitamento em artérias ganha mercado
Cerca de 800 brasileiros já levam no peito o primeiro stent totalmente concebido e fabricado no país. O dispositivo metálico, usado para tratar pacientes cardíacos com estreitamento das artérias do coração, foi desenvolvido pela empresa Innovatech Medical, abrigada no Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), em São Paulo. Stents são pequenos cilindros de telas metálicas, acompanhados de um balão, colocados em artérias do coração ou em vasos periféricos de outros locais do corpo parcialmente obstruídos por placas de gordura ou cálcio. Ao inflar o balão, o stent se expande, fazendo com que o sangue volte a fluir normalmente, evitando enfartes ou operações cirúrgicas de grande porte, como a colocação de pontes de safena.
Por meio de um procedimento chamado de angioplastia, que desobstrui a artéria, o conjunto é geralmente introduzido por meio de uma incisão na virilha do paciente até o local da lesão onde o stent será implantado. Uma corda guia, de 0,35 mm de espessura, é usada para orientar o deslocamento do balão. Quando chega ao local da lesão, o balão é inflado, esmagando as placas que causaram o entupimento e expandindo ostent, que se cola na parede interna da artéria, impedindo que ela se feche. Em seguida, o balão é desinflado e retirado do corpo do paciente junto com o cateter e a corda guia. Esse procedimento é realizado cerca de 100 mil vezes no Brasil por ano para implantação de stents coronários. Até o final de 2009, quando o Cronus entrou no mercado, todos os dispositivos utilizados eram importados, porque não havia tecnologia e fabricante no país. A empresa precisou de seis anos para pesquisar, desenvolver e iniciar a produção em escala industrial. Além de abastecer o mercado interno, há planos de exportar o produto. “Já recebemos pedidos de empresas espanholas e italianas que distribuem insumos médicos para hospitais”, afirma o físico Spero Morato, sócio-diretor da Innovatech.
Versão farmacológica
O Cronus é fabricado a partir de finos tubos de cromo e cobalto. É uma liga metálica considerada ideal para a produção do dispositivo por apresentar maior resistência mecânica, possibilitando a confecção de hastes mais finas do que as dos stents de aço inoxidável. A Innovatech oferece aos médicos uma família de stents com seis comprimentos (9 mm, 13 mm, 16 mm, 19 mm, 23 mm e 26 mm) e três diâmetros distintos (2,5 mm, 3 mm e 3,5 mm). O desenho do Cronus é de anéis conjugados, com hastes de 75 mícrons de espessura. “Suas características estruturais, com hastes de fina espessura e geometria única, parecem ser bastante adequadas para utilização como plataforma em stents farmacológicos”, destacaram os cardiologistas Daniel Chamié e Alexandre Abizaid, no artigo “Stent Cronus: chegou o momento de adotarmos um stentnacional?”, divulgado na edição de julho de 2009 da Revista Brasileira de Cardiologia Invasiva, publicação oficial da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista. Stents farmacológicos são recobertos por drogas que previnem a proliferação do tecido da cicatriz da parede da artéria onde foi implantado, o que causaria uma nova obstrução do vaso. “[O Cronus] apresenta potencial de gerar baixo grau de injúria à parede do vaso e permitir distribuição homogênea do fármaco. A comprovação de boa flexibilidade e navegabilidade desse dispositivo pode permitir, ainda, sua utilização em vasos com anatomia mais complexa”, escreveram os especialistas, que clinicam no Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo.
O Cronus é fabricado a partir de finos tubos de cromo e cobalto. É uma liga metálica considerada ideal para a produção do dispositivo por apresentar maior resistência mecânica, possibilitando a confecção de hastes mais finas do que as dos stents de aço inoxidável. A Innovatech oferece aos médicos uma família de stents com seis comprimentos (9 mm, 13 mm, 16 mm, 19 mm, 23 mm e 26 mm) e três diâmetros distintos (2,5 mm, 3 mm e 3,5 mm). O desenho do Cronus é de anéis conjugados, com hastes de 75 mícrons de espessura. “Suas características estruturais, com hastes de fina espessura e geometria única, parecem ser bastante adequadas para utilização como plataforma em stents farmacológicos”, destacaram os cardiologistas Daniel Chamié e Alexandre Abizaid, no artigo “Stent Cronus: chegou o momento de adotarmos um stentnacional?”, divulgado na edição de julho de 2009 da Revista Brasileira de Cardiologia Invasiva, publicação oficial da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista. Stents farmacológicos são recobertos por drogas que previnem a proliferação do tecido da cicatriz da parede da artéria onde foi implantado, o que causaria uma nova obstrução do vaso. “[O Cronus] apresenta potencial de gerar baixo grau de injúria à parede do vaso e permitir distribuição homogênea do fármaco. A comprovação de boa flexibilidade e navegabilidade desse dispositivo pode permitir, ainda, sua utilização em vasos com anatomia mais complexa”, escreveram os especialistas, que clinicam no Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo.
“O stent farmacológico está em fase de testes clínicos no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (InCor) e já foi implantado experimentalmente em 40 pacientes”, afirma Melchiades Cunha Neto, dono da Scitech e sócio de Morato na Innovatech – cada um tem 50% das cotas da empresa. “Nossa expectativa é de que, até o final deste ano, iremos obter a autorização da Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária], para iniciar a comercialização.” Além de fazer a montagem final do dispositivo e deixá-lo pronto para uso, a Scitech, vencedora do Prêmio Finep de Inovação Nacional na categoria média empresa, em 2008, também é responsável pelo revestimento polimérico para impregnação de drogas antirreestenose no stent da Innovatech, que impedem novo estreitamento da artéria.
A capacidade atual de produção do Cronus é de 600 peças por mês, mas a meta é chegar a 15 mil unidades por ano e, assim, conquistar 15% do mercado nacional. Esse objetivo será atingido com a ampliação da capacidade produtiva da Innovatech, com a aquisição de novos equipamentos. Para montar a estrutura atual, os sócios investiram US$ 200 mil do próprio bolso na compra de equipamentos importados, entre eles a máquina que faz o corte a laser. Também conseguiram recursos por meio de dois projetos de Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (Pipe) da FAPESP, no valor total de R$ 610 mil, e de um projeto de Subvenção Econômica da Finep, do Ministério da Ciência e Tecnologia, da ordem de R$ 530 mil. Em função da limitação espacial das instalações da Innovatech no Cietec – ela está acomodada em um conjunto de apenas 50 metros quadrados –, Morato e Cunha planejam transferir a empresa para Goiânia no próximo ano. “Dessa forma ficaremos mais perto da linha de produção da nossa parceira, a Scitech, o que deverá reduzir os custos de produção”, afirma Morato. “Vamos deixar no Cietec apenas uma unidade de pesquisa e desenvolvimento para testar novos desenhos, tamanhos e ligas metálicas.”
Produção minuciosa
O processo produtivo do Cronus é minucioso e dividido em várias etapas. Tudo começa com o corte a laser do tubo metálico feito da liga de cromo e cobalto para formação da malha característica do stent. Esse tubo, de 1,6 mm ou 1,8 mm de diâmetro, é submetido a um feixe de laser controlado por um equipamento dotado da técnica conhecida como Comando Numérico Computadorizado (CNC), que faz a usinagem controlada da peça metálica de acordo com um molde digital. Essa máquina gera um movimento circular e de translação do tubo, conferindo o formato final do stent, similar a uma mola. Ao sair do aparelho, a peça, já com sua aparência definitiva, passa por uma decapagem para retirada da oxidação superficial surgida durante o corte a laser. A decapagem é executada por meio de um banho ácido. Em seguida, o stent sofre um tratamento térmico de alto vácuo para alívio das tensões e ajuste do tamanho dos grãos da liga. Com isso, ele adquire características mecânicas apropriadas, como flexibilidade e expansibilidade. A eficácia do tratamento térmico é verificada com auxílio de microscopia eletrônica, que possibilita a análise da morfologia e estrutura dostent.
O início do desenvolvimento do Cronus ficou a cargo da LaserTools, empresa criada em 1998, que também pertence a Morato e mais um sócio, especializada no processamento de materiais por meio de lasers. Para levar o projeto do stent à frente, eles criaram a Innovatech em 2004 em parceria com o InCor. Os pesquisadores da instituição ficaram responsáveis pela realização de testes em animais de experimentação (coelhos e porcos) e ensaios clínicos em humanos para comprovar a segurança e eficácia do dispositivo. Primeiro, os stentsforam implantados em artérias de coelhos com calibre similar a uma coronária humana e retirados após 30 dias para avaliação. O passo seguinte foi a colocação dosstents em porcos, que ficaram com o dispositivo implantado por seis meses. “Estudos comparativos feitos pela equipe do InCor entre os stents Cronus e os modelos importados mostraram que os nossos foram mais eficazes”, diz Morato.A etapa posterior consiste de um eletropolimento ou polimento eletroquímico com a finalidade de executar um ajuste dimensional das hastes que formam a malha do stent e deixar a superfície polida. Uma rigorosa inspeção é realizada ao final de cada etapa, bem como ao término do processo. Com auxílio de um aparelho que amplia em dezenas de vezes o tamanho do stent, os técnicos da Innovatech promovem uma avaliação dimensional de cada peça certificando-se que estão no tamanho desejado. Finalmente, o stent é esterilizado e enviado para a Scitech, em Goiânia, para finalização da montagem do cateter-balão. Em seguida, está pronto para ser implantado ou recoberto por uma camada do fármaco antirreestenose.
quinta-feira, 27 de março de 2014
Energia Fará Complexo de Geração de Energia Solar e Eólica .
Renova Energia, empresa de geração de energia renovável do grupo Cemig , irá construir o primeiro complexo híbrido de energias solar e eólica do Brasil com energia que será destinada ao mercado livre . O projeto, a ser localizado na região de Caetité, na Bahia, terá 26,4 megawatts (MW) de potência instalada, sendo 21,6 MW de eólica e 4,8 MW picos de energia solar fotovoltaica, com capacidade de geração de 12 MW médios, energia equivalente ao consumo de uma cidade com 130 mil pessoas.As obras terão início ainda neste ano e a duração prevista é de 12 meses para o parque solar e 18 meses para o complexo eólico.A Renova conseguiu financiamento de até 108 milhões de reais com a Finep (agência de fomento à inovação vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação). O empreendimento foi enquadrado pela Finep na linha "Inovação Pioneira" que conta com taxa de juros de 3,5 ao ano ao ano e prazo de amortização de dez anos (incluindo a carência). 
quarta-feira, 26 de março de 2014
Eficiência Energética e Conservação de Energia:
Por definição, a eficiência energética consiste da relação entre a quantidade de energia empregada em uma atividade e aquela disponibilizada para sua realização. A promoção da eficiência energética abrange a otimização das transformações, do transporte e do uso dos recursos energéticos, desde suas fontes primárias até seu aproveitamento. Adotam-se, como pressupostos básicos, a manutenção das condições de conforto, de segurança e de produtividade dos usuários, contribuindo, adicionalmente, para a melhoria da qualidade dos serviços de energia e para a mitigação dos impactos ambientais.
leia mais em :http://www.mma.gov.br/clima/energia/eficiencia-energetica
terça-feira, 25 de março de 2014
Responsabilidade social e ambiental - um investimento empresarial
A responsabilidade social constitui-se em ações transformadoras financiadas e desenvolvidas pelas entidades empresariais como forma de promover a inserção social, bem como de intervenção direta da empresa no contexto socioeconômico, visando auxiliar na solução de problemas sociais.
A empresa socialmente responsável não é a que cumpre somente as obrigações legais, mas a que desenvolve ações efetivas à sociedade, seja através da melhoria das condições de trabalho dos próprios empregados, seja de respeitar e atuar com ética perante os colaboradores. A responsabilidade social envolve práticas que transcendem o mero zelo pelo capital humano, o respeito pelo meio ambiente e pela comunidade, enquanto consumidora, requer atitude efetiva de envolvimento da empresa com as questões sociais, visando alcançar melhorias.
A Responsabilidade Social Empresarial consiste num conjunto de iniciativas por meio das quais as empresas buscam - voluntariamente - integrar considerações de natureza ética, social e ambiental às suas interações com clientes, colaboradores, fornecedores, concorrentes, acionistas, governos e comunidades - as chamadas "partes interessadas" - visando ao desenvolvimento de negócios sustentáveis
Quer ler mais? http://www.mtcassessoria.com.br/artigo_responsabilidade_social_ambiental.htm
segunda-feira, 24 de março de 2014
Automação e Controle Ambiental

O setor industrial é responsável por boa parte das emissões globais de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera. É também um dos que mais utiliza recursos naturais nos seus processos, além de empregar substâncias perigosas e não recicláveis no seu ciclo produtivo. A diversidade tecnológica da automação permite seu uso em soluções ambientais para controlar a qualidade da água, no tratamento de efluentes domésticos e industriais, na manutenção da qualidade do ar, viabilizar o destino final aos resíduos sólidos, entre outros. A automação pode proporcionar mudanças nesses processos e melhorar o desempenho das empresas sob o ponto de vista do meio ambiente, seja na aquisição de dados, no controle e supervisão de sistemas de água, telemetria, gás, energia, iluminação, ar condicionado, etc., sempre seguindo especificações e padrões definidos por órgãos internacionais. Tais mudanças permitem racionalizar o consumo de energia, de matérias primas e outros recursos a fim de minimizar os impactos da poluição ambiental e, consequentemente, o efeito estufa e o aquecimento global.
Acompanhamos atualmente o desenvolvimento de um novo segmento da automação, preocupado com o meio ambiente, onde os parâmetros de desempenho dos sistemas que dão suporte e/ou asseguram o conforto ambiental, aliados aos aspectos de gestão unificada e o funcionamento das infra-estruturas de serviços demonstram preocupação com a questão ambiental e representam as novas premissas de sucesso destes sistemas.
Um movimento abrangendo a integração de novos processos e tecnologia de ponta faz surgir novas técnicas de automação que podem resultar em sistemas mais eficientes e que irão refletir na melhoria da qualidade do meio ambiente. Essa integração converge para o alinhamento de interesses do negócio e interesses ambientais ressaltando em um ponto importante: os negócios proporcionados pela automação agora são bons negócios.
Integrar modernos sistemas de monitoração e gerenciamento ambiental aos processos existentes torna-se a chave e a ênfase na abordagem que vem permitindo às empresas produtividade e lucratividade crescente através da economia de energia, matérias primas, mão-de-obra e com a própria redução do custo ambiental ligado a sua atividade.
sexta-feira, 21 de março de 2014
Energia Limpa no Brasil
Recentemente vemos o crise das hidrelétricas em São Paulo, e
existe a possibilidade de que seja necessário racionar energia. O Brasil tem
grande capacidade para gerar energia limpa, mas falta políticas de
investimentos e infraestrutura. Uma das possibilidades de utilizar-se de novas
fontes de energia é aproveitar o potencial eólico. Em 2005 foram registrados 27
MW (Megawatts) utilizando este método, e em 2012 foram 2,5 mil MW (Megawatts).
Embora o país tenha dado um salto na capacidade eólica instalada ainda tem
muito a crescer.
Além de ser benéfico ao meio-ambiente, a criação de um novo
setor na produção de energia pode gerar mais empregos, como no caso do Piauí
que é referência em energia eólica no país, e vai gerar mais de 3.000 posto de trabalho
na região.
A instalação de parques eólicos pode trazer movimentação
econômica, preservar recursos naturais e expandir as possibilidades de
fornecimento de energia no Brasil.
Para mais informações acesse:
http://energiarenovavel.org/index.php?option=com_content&task=view&id=725&Itemid=310
http://energiarenovavel.org/index.php?option=com_content&task=view&id=725&Itemid=310
http://energiarenovavel.org/index.php?option=com_content&task=view&id=722&Itemid=310
http://www.capitalteresina.com.br/noticias/piaui/encontro-apresenta-oportunidades-de-negocio-do-setor-eolico-do-pi-6238.html
http://www.clicapiaui.com/geral/87968/empresa-traz-gerador-de-energia-eolica-ao-piaui.html
Assinar:
Postagens (Atom)
